Na estreia nacional do filme, montenegrinos terão a oportunidade de conhecer a nova história de seus super-heróis

Eu sou o Azul. E você, qual é? Todo bom fã dos Power Rangers tem, ou já teve, o seu preferido. Aquele que o representava nas batalhas contra os vilões, que colocavam em risco a vida das pessoas diariamente. O novo filme chega hoje ao Brasil e também ao Cine + Arte Tanópolis, e vai mostrar o grupo em uma trama similar à vida dos jovens de hoje.

De acordo com o proprietário do cinema, Ewerton Brandolt, a primeira sessão de hoje, às 16h30min, será totalmente meia entrada, ou seja, a R$ 10,00 para todos. Na segunda sessão, às 19h30min, é preço normal, R$ 20,00 para o público em geral e R$ 10,00 para quem têm direito a meia entrada.

O trailer do filme, liberado na internet em 8 de outubro de 2016, mostra um grupo de adolescentes que não se enquadra nas rotinas dos outros jovens da escola e que subitamente ganha força e poderes excepcionais. Conforme mostrou o trailer, a rebelde Kimberly (ranger rosa), é interpretada por Naomi Scott. O charmoso, e um pouco arrogante Zack, ranger preto, será representado pelo ator Ludy Lin. A inteligente Trini, ranger amarelo, será representada por Becky G. O estranho e atrapalhado Billy, o ranger azul, será interpretado por RJ Cyler. E o cabeça do grupo, o que comanda todas as “paradas”, Jason, o ranger vermelho, será vivido por Dacre Montgomery.

Mas também tem o lado maléfico da história. Elizabeth Banks vai interpretar a vilã Rita Repulsa. Bryan Cranston ficou com o personagem Zordon, que muitos afirmam ser o fundador do grupo e que teria sido o mentor dos rangers até a 4ª temporada do seriado, embora na 7ª o grupo apareça com uma origem totalmente diferente. A esperança é que, no filme que estréia hoje, esta questão seja finalmente respondida com clareza.

Adrielle Fontoura de Souza, 22 anos, estudante, não recorda ao certo a idade, mas acredita que no auge dos seus 6 aos 7 anos assistia aos Rangers durante as manhãs. A atração dela pela história era principalmente por causa das batalhas épicas entre o bem e o mal. “Eu sempre gostei de heróis e nos Power Rangers havia a representatividade masculina e feminina. Eu e um amigo inclusive brincávamos de personagens. Escolhia ser sempre a ranger amarela, porque não gosto de rosa”, explica.

O tempo passou, porém o apreço pelo grupo permanece ainda hoje. Dentro das possibilidades, Adrielle pretende assistir ao lançamento no cinema. “Mas sabe como é. Por algum motivo ou outro, às vezes, acabo tendo que assistir em casa”, diz.

A expectativa para o longa-metragem, de acordo com a estudante, é de que não perca a emoção e natureza dos episódios que olhava na infância. “Pelo trailer, acho que será bem legal, com a essência do que eu assisti, mas mais moderno.”

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