Encontros servem para mulheres relembrarem técnicas já conhecidas

Organizadas pelo Centro de Referência em Assistência Social (Cras) Recriar, diversas oficinas ao longo do ano ajudam a qualificar ainda mais o trabalho das artesãs do município. Neste mês, a arte que está sendo trabalhada é o feltro. Ontem, ocorreu o segundo – e último – encontro do grupo de São José do Maratá e hoje acontece o encerramento da oficina em Linha Lerner.

Conforme a oficineira Helida da Silva Oliveira, em São José do Maratá participam das oficinas 13 mulheres. Em Linha Lerner, são sete. Segundo ela, os encontros têm seu foco na produção, uma vez que as artesãs participantes já se conhecem e muitas vezes dominam a técnica proposta. Todo o material dos trabalhos é disponibilizado pelo município e todo o artesanato feito fica com as participantes. “Estamos trabalhando com a confecção de descanso de copo, mas são objetos que também podem virar uma lembrancinha de chá de panela, como apontaram as gurias”, destaca Helida.

Agricultora e artesã, Elaine Kochenborger Kirst 49 anos, era uma das inscritas na oficina de feltro. Especialista em trabalhos com cerâmica e gesso, ela diz que sempre que dá participa dos cursos promovidos pelo Cras. “Uso as técnicas que aprendo em outros materiais também”, revela. Trabalhando desde os 16 anos com artesanato, Elaine diz que, além do aprendizado, as oficinas proporcionam a companhia de outras artesãs, a troca de experiências e também a união dos grupos.

A oficina de feltro foi a primeira promovida pelo Cras Recriar este ano. Ao longo de 2017, outras oficinas serão desenvolvidas.

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