Grupo Arthur Arteiros levará ao palco o espetáculo “Matilde e Clodoaldo”. FOTO: Prefeitura de Maratá

Apresentações acontecem na quinta-feira, a partir das 19h, na Sociedade Maratá

Acontece na quinta-feira, 31, a Mostra de Teatro dos alunos atendidos no contraturno escolar por meio da parceria entre as secretarias municipais de Educação e Cultura e de Habitação e Assistência Social. Cinco grupos – três coordenadas por Marcos Cardoso e dois por Tuti Kerber – apresentam suas produções cênicas na Sociedade Maratá a partir das 19h. A entrada é gratuita.

Primeiro, sobe ao palco o grupo Super Brilhantes, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Augusto Ambrósio Rücker, de São Pedro do Maratá. Os atores irão interpretar o espetáculo “O Flautista Mágico”, um clássico da literatura internacional que ganha uma nova versão.

O grupo Arthur Arteiros Kids, da EMEF Arthur Martins, de Macega, apresentará o espetáculo “Fadas e Duendes”. A peça conta a história de um grupo de fadas e duendes que moram numa árvore mágica e que, numa manhã de azar, encontram dificuldades para chegar até sua escola.

A trupe Os Tops, da EMEF Lúdia Araújo Viegas, de Uricana, irá apresentar a peça “A Revolução dos Brinquedos”. O espetáculo conta como os brinquedos usados sentem-se ameaçados com a chegada de duas caixas de presente e, com medo de serem substituídos, decidem fazer uma revolução.

A peça a ser encenada pelo grupo Arthur Arteiros, da EMEF Arthur Martins, de Macega, é “Matilde e Clodoaldo”. O espetáculo conta a história de Matilde e Clodoaldo, irmãos que vivem na temida mansão do Morro Ibiticã e que resolvem que precisam contratar um novo mordomo.

Fecha a noite de apresentações o grupo Juntou Deu Nisso, do Centro de Referência em Assistência Social (Cras) Conviver, com a encenação do espetáculo “Preciosos Conceito”. A peça mostra a trajetória de Maria, uma menina que sofre o preconceito de uma sociedade que não aceita os diferentes. Porém, o destino inverte a situação de Maria e todos que sempre a renegaram passam a perceber que não tinham motivos para isso.

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