Sartori aposta na recuperação do carvão gaúcho e no exemplo mundial dos japoneses na exploração de forma sustentável que deve ser seguido - Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini Em novembro de 2016, representantes das empresas Copelmi Mineração, PwC Advisory LLC, Tokyo Electric Power Company Holdings (Tepco) e IHI Corporation manifestaram interesse em construir uma usina térmica de carvão de alta eficiência para a geração de energia no Rio Grande do Sul. A iniciativa conta com investimentos de US$ 2 bilhões e tecnologia totalmente desenvolvida no Japão. A previsão de conclusão é para 2018. Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini

O governador José Ivo Sartori está no Japão para uma série de reuniões sobre a exploração sustentável do carvão e o aproveitamento da tecnologia japonesa no Rio Grande do Sul.

Após visitar a Usina Hitachinaka Power Plant, Sartori reuniu-se com executivos da Copelmi Mineração e das empresas PWC Advisory LLC, Tokyo Electric Power Company Holdinfs (Tepco) e IHI Corporation. Há interesse e um estudo de viabilidade já concluído para construir uma usina térmica de carvão de alta eficiência, para geração de energia, no Rio Grande do Sul.

A iniciativa, com investimento de cerca de 2 bilhões de dólares, tem apoio do governo japonês. Os próximos passos dependem de liberação ambiental e posterior realização de leilão, pelo governo federal brasileiro. “O Rio Grande do Sul é estratégico porque possui 90% das reservas de carvão do Brasil e pela sua localização. Queremos ser referência no uso dessa tecnologia em nosso país, para que a exploração desse recurso seja viável econômica, social e ambientalmente”, defendeu o governador.

Em todas as agendas Sartori e o secretário de Minas e Energia, Artur Lemos, têm reforçado que apostam na recuperação do carvão gaúcho e o exemplo mundial dos japoneses na exploração de forma sustentável deve ser seguido.

“Existe forte articulação entre os governos gaúcho e japonês no sentido de compartilhar tecnologias e proteger o meio ambiente. Vamos receber ainda neste mês de junho o Ministro de Minas e Energia, em Porto Alegre, para tratar sobre a questão do Polo Carboquímico”, informou Sartori, com a expectativa de que a União forme um grupo de trabalho para encaminhar o tema.

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