Foto: Lucas Uebel

O pedido de reajuste de 47% foi encaminhado, ainda em maio, ao Ministério das Cidades após a realização de um estudo interno. Segundo a Trensurb, a atual tarifa só cobre 43% das despesas  e o restante dos gastos é suprido pelo governo federal.

Se aprovado, a tarifa passaria de R$ 1,70 para R$ 2,50. O preço da passagem não sofre aumento desde janeiro de 2008, quando passou de R$ 1,50 para R$ 1,70. O diretor-presidente da Trensurb, David Borille, lembra que, neste período, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC) foi de 79,35%.

“Para que não haja necessidade de um aporte mais significativo de valores, haveria necessidade de reajustar essa tarifa. A ideia do governo é que ela jamais será mais alta que a tarifa dos ônibus. Ela tem uma finalidade social. Mas verificamos que a sociedade como um todo está suportando essa tarifa, não apenas os usuários do trem, mas também isso acaba sendo repassado para toda a sociedade. De alguma maneira, embora gradual, nós precisamos reajustar estes valores ” avalia Borille.

1 comentário

  1. É necessário reajustar a passagem, mas também é importante e urgente tomar algumas atitudes de organização administrativa, como:
    1- Enxugamento do organograma que serve apenas para dar cargos a filiados políticos.
    2- Reduzir os valores altíssimos de função gratificada, que variam de 6 a 20 mil reias.
    3- Eliminar a aplicação da súmula 372 de forma ilegal, já denunciado no MPF.
    4- Reduzir o número de funções gratificadas.
    5- Realizar uma fiscalização mais eficiente nas terceirizadas.
    6- Redistribuir os empregados de forma mais eficiente para eliminar as horas extras.
    7- Realizar uma auditoria externa em todos os contratos, pois tem furo, principalmente na compra dos trens e aeromóvel.
    8- O custo mensal, para o funcionar o aeromóvel , é de 500 mil reais e sem retorno financeiro.
    Enfim, a direção da Trensurb tem que agir de forma responsável.

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