Foto: Arquivo/Jornal Ibiá

Fique atento. Doses contra o coronavírus são a prioridade

A 23° Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou segunda-feira, 12. Neste ano há uma nova e importante orientação a ser seguida. Há duas campanhas de imunização em curso ao mesmo tempo no País e vacinar-se contra a Covid-19 e contra a gripe é importante, porém, é necessário um distanciamento de 14 dias entre as aplicações. Isso ocorre porque não há estudos sobre a coadministração das vacinas da Covid e da Influenza. “A prioridade é a vacinação contra a Covid. Se a pessoa recebeu as doses, ela precisa esperar 14 dias para então tomar a da gripe”, destaca Nicole Ternes, chefe do setor de imunizações de Montenegro. Quem já foi imunizado contra a Covid precisa levar o comprovante da vacinação para a confirmação por parte da Secretaria Municipal da Saúde no momento de receber a dose contra a gripe.

É para evitar o “choque” entre os calendários que os grupos prioritários na vacinação contra a gripe estão invertidos. Idosos, por exemplo, não estão no primeiro grupo porque eles agora estão sendo imunizados contra a Covid-19. A primeira fase da imunização contra o vírus da gripe se estende até 10 de maio e compreende crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes de qualquer idade gestacional, puérperas (que tiveram bebês há até 45 dias),povos indígenas de qualquer idade a partir dos seis meses e trabalhadores da saúde em atividade.

A segunda etapa começará dia 11 de maio e irá até 8 de junho, atendendo a idosos acima de 60 anos e professores. Já a terceira fase inicia no dia 9 de junho e se estende até 9 de julho para pessoas com comorbidades, deficientes permanentes, caminhoneiros (comprovando que está vinculado a alguma empresa), trabalhadores do transporte coletivo, forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade. O público-alvo é estimado em todo o País é de 79,7 milhões de brasileiros. A campanha vai até o dia 9 de julho.

Imunização contra a gripe na região
Montenegro
Em Montenegro, a imunização ocorre em todas as unidades básicas de saúde. No entanto, as crianças terão de ser vacinadas, exclusivamente, nas salas de vacina localizadas na USF 1 Germano Henke, USF 3 Industrial, Pediatria da SMS e UBS Centro. Todos os imunizados, principalmente as crianças, devem ter a carteirinha de vacinação. As doses serão aplicadas nos horários de atendimento normal dos postos. A novidade desse ano é que na UBS Centro o serviço irá até as 22h. Após o fechamento da unidade de referência, o morador de qualquer bairro pode ser imunizado na UBS Centro até esse horário.
De acordo com a enfermeira Nicole Ternes, chefe do Setor de Imunizações, a meta é vacinar 90% das pessoas de cada grupo. Ainda não há informações sobre quando ocorrerá o chamado “Dia D” de imunização em Montenegro.

São José do Sul
Em São José do Sul a aplicação ocorre no Centro de Saúde, de segunda à sexta, das 8h às 18h30min. Em caso de dúvidas entre em contato com o Centro de Saúde pelos telefones: 3614 8076 / 3614 8129. Não é obrigatório levar a carteira de vacinação.

Pareci Novo
No Pareci Novo, a vacinação ocorre na Unidade Básica de Pareci Novo, de segunda à sexta, das 13h às 16h30min. É obrigatória a apresentação da Carteira de Vacinação.

Brochier
Em Brochier, a vacina é aplicada no posto de saúde do Centro, de segunda a sexta, das 8h às 16h. É preciso levar caderneta de vacinação e cartão do SUS. Quem tiver dúvidas, pode entrar em contato pelo telefone 36973073.

Maratá
Em Maratá, a vacinação contra a gripe ocorre de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h, no Centro Municipal de Saúde. É importante levar a carteira de vacinação das crianças. Aos adultos é indicado apresentar um documento de identificação e cartão de vacina.

Ministério Público convoca pais a atualizarem carteira vacinal de crianças
A campanha de vacinação contra influenza (H1N1), que inicia na próxima segunda, 12 de abril, nas unidades de saúde de Porto Alegre, será uma oportunidade de atualização da carteira de vacinação das crianças de 6 meses a 6 anos. A cobertura vacinal infantil vem registrando redução nos últimos anos, ocasionando casos de doenças que já estavam erradicadas, motivo de preocupação no Ministério Público do Rio Grande do Sul.

A definição de convocar os pais ocorreu em audiência virtual realizada na última quarta-feira, 7, ocasião em que a promotora de Justiça da Infância e da Juventude de Porto Alegre Inglacir Delavedova e o diretor-geral de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Fernando Ritter, consideraram a questão operacional e o fato de que os postos de saúde disponibilizam as vacinas do calendário infantil, entre elas a da poliomielite, uma das que mais registra diminuição na procura por parte dos responsáveis.

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