Atividade foi feita ao ar livre com a presença de cinco policiais civis e um militar

A parceria e integração entre Brigada Militar e Polícia Civil em Montenegro rende frutos para os agentes das duas forças policiais, mas principalmente para a comunidade. Isso porque, ontem, foi realizada a primeira atividade, deste ano, de instrução de tiro policial a agentes da Polícia Civil. O detalhe é que o trabalho foi na linha de tiro aberta disponível na Escola de Formação e Especialização de Soldados (EsFes) com a participação de cinco policiais civis, pertencentes à Regional do Vale do Caí, Delegacia de Polícia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento e 1ª DP, além do soldado Meira, lotado na EsFes, que participou do exercício.

Major Márcio foi o instrutor da atividade de tiro policial

O titular da Regional, delegado Marcelo Farias Pereira, saudou a integração importante entre os dois órgãos que não só possibilita uma troca de experiências e conduz o que tem de ser melhorado e corrigido aos policiais civis. “O resultado disso é que eles poderão prestar um melhor serviço à sociedade”, afirma. Ele adianta que novas turmas de agentes serão beneficiadas com o mesmo treinamento, a partir de fevereiro e nos meses subsequentes.
Diretor da EsFes, o major Márcio Luz explica que o treinamento visa a qualificação aos servidores da Polícia Civil, tendo como norte o mesmo tipo de atividade dispensado aos policiais da Brigada Militar, que recebem anualmente este qualificação. “É importante esta reciclagem para fazer o uso da arma de fogo. A gente fala muito na teoria e faz treinamentos práticos, mas espera que eles não tenham enfrentamentos nas ruas”, pondera o oficial, que respondeu pela instrução no dia de ontem.
Somente na segunda-feira cada agente da Civil fez 90 disparos com o uso de uma pistola .40, de uso exclusivo das forças policiais, em atividade na qual tinha que atirar em diferentes partes de um alvo parado, bem como foi feita simulação em movimento com uso de barricadas. “A avaliação que faço é que todos foram muito bem. Estou bem tranquilo”, completa.
O major conta que no trabalho foi feito o condicionamento dos policiais civis para estabelecer bem os fundamentos do tiro policial, citando a questão da empunhadeira, o acionamento do gatilho, bem como exercícios específicos aproveitando a estrutura da Escola, a disponibilidade de um instrutor, assim como tempo livre. (SV)

Atividade foi feita ao ar livre com a presença de cinco policiais civis e um militar
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