A autoridade policial deve verificar se o agressor possui registro de porte ou posse de arma de fogo e notificar à instituição responsável pela concessão. Foto: reprodução internet

Na semana em que a Lei Maria da Penha completou 13 anos, na quarta-feira dia 7, o plenário do Senado Federal aprovou duas medidas para combater a violência contra a mulher no País. Uma delas a modificação na lei para permitir, como medida protetiva a vítimas de violência doméstica, a apreensão imediata de arma de fogo em posse do agressor. A matéria segue para sanção presidencial.

Conforme o texto, assim que houver o registro de ocorrência de violência doméstica, a autoridade policial deve verificar se o agressor possui registro de porte ou posse de arma de fogo. Nessa hipótese, deve notificar à instituição responsável pela concessão do registro ou da emissão do porte.

Também foi aprovado o projeto de lei da Câmara (PL 510/2019) que assegura prioridade nos processos judiciais de separação ou divórcio à mulher vítima de violência doméstica. Por ter sido modificada no Senado, a matéria retorna para apreciação da Câmara dos Deputados.

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