Ketlin Duany Leal de Oliveira Brito sofre de depressão e não deve ficar sem seus medicamentos Foto: arquivo pessoal da família

FAMÍLIA teme pela saúde da garota, que sofre de depressão

Ketlin Duany Leal de Oliveira Brito, de 16 anos, está desaparecida desde a manhã de domingo, 3, da casa onde mora, no bairro Timbaúva, em Montenegro. A garota sofre de depressão e a família teme que, sem tomar os medicamentos, possa entrar em crise e tentar tirar a própria vida. O caso está sob investigação da Polícia Civil.

Ketlin mora nos fundos da residência de sua mãe, Gisele Leal de Oliveira, com uma namorada, de 19 anos. Na manhã de domingo, Gisele saiu para fazer uma entrega de doces e quando retornou, cerca de duas horas depois, a garota não estava.

Gisele percebeu que as roupas da outra moça não estavam mais no armário. No Facebook, a mãe pediu ajuda para encontrar a filha. Uma moradora do bairro Cinco de Maio viu a publicação com foto e reconheceu a menina. A mulher entrou em contato com Gisele e relatou ter visto Ketlin entrar em um veículo, próximo ao posto de combustíveis Bark’s, no bairro Cinco de Maio.

Ela disse ainda, para a mãe da menor, que foi abordada na rua por Ketlin. “Ela pediu o celular da mulher emprestado. Disse que não era da cidade e estava sem dinheiro, que precisava fazer uma ligação”, relata Gisele. A jovem ligou para dois números, que foram informados para Gisele. Um deles era do condutor do veículo em que a filha embarcou. O outro é da namorada, que chegou a falar com Gisele e afirmar que estava com Ketlin, mas, depois desligou o aparelho. “A gente acha que desligaram os celulares para não serem rastreados”, diz a mãe.

A Polícia Civil fez diligências na tarde dessa segunda-feira, 4, e teve novas informações sobre o caso. O motorista que transportou as garotas deu pistas do paradeiro, porém, até o fechamento da matéria, a jovem ainda não havia sido encontrada. Quem tiver informações deve entrar em contato com a polícia através do telefone 3649 0000, ou com Gisele, no número 51 9 9816 44 14. “A vida da minha filha está em risco. Ela precisa tomar os medicamentos”, conclui a mãe.

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