Anderson foi bombeiro mirim e hoje comanda o CBV. Foto: Érica MIeko

INSPIRAÇÃO. Quando criança, ele sonhava em ser bombeiro e agora ocupa o posto de líder da corporação

O mês de agosto é marcado pelo sentimento de alegria para Anderson Jociel da Rosa, 30, comandante do Corpo de Bombeiros Voluntários de São Sebastião do Caí. Na ocasião, ele celebra nove anos à frente do comando da corporação. Mas a história dele com os bombeiros vai além. Anderson foi uma daquelas crianças que sonhou em vestir o uniforme vermelho e colaborar para salvar vidas. O tempo passou, ele persistiu e hoje cumpre o destino que escolheu para si.

Membros da corporação dos Bombeiros Voluntários de São Sebastião do Caí

Aos 12 anos de idade, Anderson já desejava ser bombeiro, o que é comum para muitos jovens nessa faixa etária. O menino cresceu e carregou consigo a paixão pela profissão. Há 19 anos ele deu entrada na corporação como bombeiro mirim e desde 2010 é o comandante da instituição. “É quase uma vida dedicada a ser bombeiro voluntário”, ressalta. Ontem, dia 1º de agosto, ele comemorou a marca de quase uma década no cargo de comando.

Anderson fala com orgulho sobre seu trabalho e do caminho que trilhou até chegar aqui. “É pra frente que se anda. É para cima que se olha. É lutando que se conquista. É um prazer prestar atendimento para as pessoas. É algo gratificante”, comenta. “São nove anos de dedicação total, porém de uma satisfação inigualável, por todas as conquistas alcançadas”, sublinha.

Anderson é formado em Gestão Pública e Administração de Empresas, além disso, possui cursos técnicos nas áreas de enfermagem, segurança do trabalho e de emergência. Apesar do currículo diversificado, o foco sempre foi a atuação junto à corporação. O comandante é solteiro e não possui filhos, o que torna sua dedicação aos bombeiros ainda maior.

Para ele, a maior recompensa por sua atividade é ver as pessoas recuperadas. Contudo, quando há reconhecimento desse trabalho, a satisfação se torna ainda maior. “O reconhecimento é sempre bacana pra nós, mas de cada 100 pessoas que a gente salva, uma vem nos agradecer”, conta.

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