Na ação, fumaça inalável e maquiagem simulando um ferimento por queimadura foram usadas

Ação foi em alusão ao Dia do Técnico em Segurança do Trabalho

A noite tranquila no Senac Montenegro, nessa  quarta-feira, 27, foi interrompida pelo som de um alarme de incêndio. Com muita fumaça, gritos e até um “ferido” os alunos e os professores foram sendo evacuados, e em apenas 1m10s todo o prédio já estava vazio. O simulado de incêndio ocorreu em alusão ao dia do Técnico em Segurança do Trabalho, comemorado na mesma data da ação.

O tempo de 1m10s foi record de evacuação da escola

Ao longo do ano, a turma do Técnico em Segurança do Trabalho do Senac preparou todos os alunos e professores da instituição com outras simulações, mas desta vez foi surpresa, com direito a efeitos especiais e tudo. “Os alunos estiveram diretamente envolvidos na organização, no desenvolvimento e no desfecho de todo o evento. Tivemos a participação especial de uma professora do Senac para fazer uma maquiagem de queimadura em um dos alunos para dar mais veracidade, e também tivemos a participação de um integrante do Samu para nos acompanhar”, explica o professor do curso, Jorge Spader.
Segundo ele, a intenção da ação é de orientar e prevenir para que em casos como esse ocorram todos estejam preparados para agir da melhor forma. “Esse foi o melhor tempo, creio que o importante é estar prevenido, assim o pior será evitado”, diz. Foram quatro simulados com a escola toda, o primeiro simulado deu quase 4m, o segundo foi 2m30s, o terceiro foi 1m48s, e este teve o melhor tempo, apesar de ser totalmente surpresa.

O curso esteve durante toda a semana envolvido em eventos voltados ao técnico em segurança, e de acordo com o professor Jorge, atividades como essa são de extrema importância, já que depois os alunos estarão organizando atividades similares também na indústria ou comércio.

A pedagoga do Senac, Juliana Brasil, relata que essa foi uma ótima oportunidade e que todos se envolveram. “A turma toda se empolgou muito, fizeram o projeto com muita vontade, se dedicaram muito. E já estamos pensando em quem sabe depois levar essas oficinas pras escolas de Montenegro”, fala.

A experiência sem dúvida foi marcante para os alunos do curso, Elsio de Souza, que simulou ser um socorrista entrou bem “no papel” e diz adorar esse tipo de atividade. “Essa devia ser uma prática mais utilizada, não só em escolas, empresas e indústrias, mas até em comércio. Às vezes as pessoas não tem uma noção exata do que fazer caso ocorra, e isso ajuda. Devia de ser uma prática exigida nas empresas”, completa.

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