Através dos pontos obtidos na pesquisa, Assembleia irá criar projetos de lei. Foto: Arquivo Ibiá

Necessidade de políticas públicas que assegurem o reforço escolar, promoção da segurança sanitária e investimentos para a aquisição de equipamentos e estrutura tecnológica para as aulas em formato híbrido foram alguns dos apontamentos resultantes de uma pesquisa sobre os impactos da pandemia no aprendizado de crianças e adolescentes do Rio Grande do Sul. Promovido pela Assembleia Legislativa, o estudo executado pelo Instituto de Pesquisas de Opinião (IPO) ouviu os gaúchos para entender as suas percepções sobre a educação no contexto da Covid-19, e teve seus resultados apresentados na tarde de segunda-feira, 12.

Conforme o presidente do Legislativo, deputado Gabriel Souza (MDB), os dados coletados servirão como base para a elaboração de proposições legislativas que contemplem o cenário atual. “São referências importantes da nossa sociedade, pais e mães, professores e cidadãos de um modo geral, que também sofrem com os efeitos da pandemia e têm contribuições significativas”, declarou o parlamentar. A partir dos três pontos principais obtidos no estudo, Gabriel destaca a criação de projetos de lei que viabilizem programas de recuperação do conteúdo para mitigar a baixa aprendizagem gerada pelo ensino remoto, sobretudo no ano passado; estipulação de protocolos sanitários, incluindo a aquisição de EPIs e outras iniciativas para que seja possível manter as aulas no formato presencial; e a compra de ferramentas tecnológicas para garantir a qualidade das aulas em formato híbrido.

O levantamento integra as ações da Presidência da ALRS com o projeto “O RS PÓS-PANDEMIA”. A primeira fase consistiu em um debate que reuniu especialistas em educação em maio. Já a segunda etapa compreendeu a aplicação e divulgação da pesquisa sobre as tendências apontadas pelos educadores e, por fim, será feita a entrega de um pacote de ações legislativas. O estudo completo pode ser acessado AQUI.

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