Falta de estrutura e material para receber alunos de forma segura é um dos motivos para veto do retorno às aulas. FOTO: Arquivo/Jornal Ibiá

O juiz Cristiano Vilhalba Flores suspendeu o processo de retomada das aulas presenciais no Estado. Ele manteve o entendimento anterior proferido em liminar, deixando ainda mais clara a obrigatoriedade do Governo do Estado em fiscalizar as escolas. Essa ação deve ser feita por agente da área sanitária, ou de “semelhante capacitação”, antes de permitir retorno dos alunos e professores as salas de aula. O despacho do magistrado respondeu aos embargos declaratórios do governo. Mas sua decisão tirou das comunidades escolares, pais, professores e funcinários, a responsabilidade de fiscalizar a conformidade sanitária. A reabertura das escolas somente pode se dar após a fiscalização de órgãos competentes.

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