Foto: reprodução internet

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) passam a divulgar, mensalmente, os resultados do Indicador de Reserva Financeira. O índice reunirá dados sobre a quantidade de brasileiros que conseguiram guardar ao menos parte dos seus rendimentos e acompanhará a evolução deste hábito.
Em janeiro, 62% dos consumidores afirmam não guardar dinheiro e nem possuir uma reserva. Já cerca de 29% guardam apenas o que sobra do orçamento e apenas 7% reservam um valor fixo mês a mês – somando-se os dois percentuais, 36% têm o costume de guardar alguma quantia. O indicador mostra que há diferenças entre classes sociais, como esperado: nas classes A e B, os poupadores habituais, independentemente de o valor ser fixo ou não, somaram 58% dos entrevistados; já nas classes C, D e E somaram 30%. Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, o brasileiro não tem o hábito de poupar e, quando poupa, na maioria das vezes a poupança é o que sobra do orçamento, e não algo planejado. “A formação de uma reserva de dinheiro é um tópico fundamental para o equilíbrio das finanças pessoais”, afirma Pellizzaro.

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