Uma má notícia para os motoristas que estão sentido, dia após dia, o crescente preço da gasolina doer no bolso: o governo estadual realizou sua pesquisa quinzenal de valores para definir o cálculo do ICMS do produto. Ele é calculado, por pauta, no regime especial da Substituição Tributária. Resultado do levantamento, foi anunciado que o imposto está para ficar mais caro e, por consequência, o combustível também.

A partir de 1º de maio, o ICMS da gasolina será calculado pelo valor de R$ 4,6863/litro. O atual é R$ 4,6022/litro, representando um acréscimo de 1,83%. Quem “paga” esse tributo ao Estado é o responsável pela primeira etapa do produto na cadeia comercial, lá na refinaria. Acontece que essa adição acaba sendo passada como custo por distribuidoras e postos, até chegar no consumidor final. Só com o anúncio do aumento, é comum que muitos empresários já até adiantem o repasse.

Em relação à Petrobrás, dezoito dias após o último reajuste, uma alta de R$ 0,0396 já está valendo desde terça-feira, 23. Desde o início do ano, a alta acumulada já está em 31% na comparação com o último valor praticado em 2018. Segundo a estatal, resultado do acompanhamento das cotações internacionais. A gasolina está saindo por R$ 1.960 da Refinaria Alberto Pasqualini.

Imposto ajustado também para o gás de cozinha
Junto do anúncio da gasolina, o governo estadual também divulgou nova precificação do ICMS para o gás de cozinha. Ao contrário dos últimos levantamentos, agora o produto também terá tributação mais alta.
A pauta para o cálculo do ICMS aumentou 5,57% para a venda a partir de 1º de maio, o que deve tornar o produto ainda mais caro.

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