Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência nessa quarta-feira, 29, mostram que Montenegro manteve saldo positivo de geração de emprego formal em agosto. É o 14º mês consecutivo em que o número de contratados supera o de demitidos nas empresas locais. Porém, o volume de novos postos gerados desacelerou. O saldo é de 30 vagas criadas no oitavo mês do ano; enquanto a média dos meses anteriores é de 102. Em agosto, 781 pessoas foram admitidas e 751 foram desligadas.

Na análise setorial, o destaque foi a Construção Civil, que abriu 36 postos com carteira assinada. Os segmentos de construção de edifícios e o de obras em rodovias foram as principais fontes de empregos no período. No Comércio, impulsionado pelo segmento de materiais de construção, o saldo ficou em 18 vagas criadas. Já na Indústria, com contratações nos segmentos de fabricação de tratores e também de armas, mas demissões no segmento de abate de aves, o índice fechou positivo, com 17 empregos gerados.

No negativo, o setor agropecuário fechou cinco postos de trabalho; e o de Serviços, com o pior resultado, fechou 36. Houve contratações no segmento de restaurantes, mas demissões – por ordem de volume – nos segmentos de vigilância e segurança privada; transporte de passageiros; atividades de escritório; e transporte de cargas. É panorama contrário ao nacional, onde o setor de serviços foi o que mais se destacou.

Bom destacar que a base de informações usada no levantamento é o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged); preenchido pelas empresas. Ele não necessariamente reflete os montenegrinos empregados, mas os empregos gerados pelas organizações de Montenegro para trabalhadores locais ou não. Faltam dados a nível municipal – de números relacionados a quem entrou no mercado de trabalho; se aposentou e segue trabalhando; ou que apostou no empreendedorismo, por exemplo – que evidenciem mais claramente os índices de emprego e desemprego dos munícipes.

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