Marjorie Kauffmann conheceu a unidade de eteno renovável que terá ampliação da produção

A diretora-presidente da Fepam, Marjorie Kauffmann, fez uma visita à Braskem, em 21/10, para conhecer a sua unidade de eteno renovável que terá capacidade ampliada em 30%. A visita é fruto da recente apresentação do projeto realizada pela empresa à Fepam para obter a licença ambiental da expansão. Marjorie foi recebida pelo diretor industrial da Braskem, Nelzo da Silva, pelo gerente responsável pela planta de Eteno Renovável, Eder Felipetto, e pelo gerente de Relações Institucionais da Braskem, Daniel Fleischer.

As obras começam agora em novembro, e devem gerar cerca de 1.500 empregos diretos e indiretos. O investimento é de cerca de R$ 450 milhões. A expansão elevará a capacidade produtiva da planta de 200 mil toneladas para 260 mil toneladas anuais e deixará a empresa pronta para atender a demanda crescente por PE e EVA renováveis, que deve superar 200 mil toneladas em 2021 e chegar a 260 mil toneladas em 2024.

A iniciativa também faz parte do empenho da Braskem em investir cada vez mais em produtos feitos a partir de matéria-prima de origem renovável, em sintonia com a estratégia de desenvolvimento sustentável da companhia. “A unidade da Braskem no RS concentra hoje a produção de eteno renovável, que é matéria-prima para produção de plástico a partir da cana-de-açúcar para nossos clientes no mundo. A expansão consolida a vocação da unidade como provedora de matéria-prima sustentável e contribui com o compromisso da Braskem de gerar soluções sustentáveis”, afirma Silva.

Fazendo história

A ampliação da planta de eteno renovável integra-se à história inovadora do complexo no Polo de Triunfo. A Braskem, em 2007, desenvolveu o polietileno renovável, mantendo a mesma qualidade e versatilidade do produto de origem fóssil, mas com a vantagem de capturar, ao longo de sua cadeia de produção, até 3,09 toneladas de gás carbônico por tonelada produzida. A estimativa é que, desde a inauguração da planta, há 10 anos, 5,54 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas na atmosfera. A obra deverá ser concluída em 2022. A expansão também será relevante para o meio ambiente, com redução da emissão de 185 mil toneladas de CO2, contribuindo para que a empresa se torne carbono neutro até 2050.

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