sacolas de lixo largadas geram transtorno e ameaçam saúde da população

Lugar de lixo é na lixeira. Entretanto, desde o dia 22, o contêiner colocado na Rua Osvaldo Aranha, ao lado da Estação Cultura, não está mais disponível para quem passa ou mora por ali. Jorge Luiz Marques de Oliveira, zelador no local, foi informado de que o equipamento foi levado para a higienização. “Já faz mais de um ano que ele está nesse ponto e nunca tinham levado. Até onde eu sei foi para a limpeza. O problema é que não foi substituído por outro, ai enquanto não volta, a comunidade fica sem”, diz.

Mas o maior problema da situação é a solução tomada por alguns moradores que, sem lixeira por perto, passaram a largar as sacolas com seus descartes na calçada mesmo. Jorge explica que, com essa atitude, os cachorros que circulam pelo local encontram e rasgam as sacolas antes que a coleta seja efetuada. Além disso, há depósito de materiais que não são recolhidos pelo serviço. “Os lixeiros até pegam quando encontram as sacolas inteiras, mas o pior é que as pessoas largam tábuas de madeira também, mesmo sabendo que eles não recolhem esse tipo de material. Aí fica jogado na beira da calçada”, comenta.

Ele inclusive já se acostumou a desentupir o bueiro próximo a Estação, que fica cheio, devido a descartes que param na rua e, com a chuva, são levados. A reportagem informou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e solicitou o esclarecimento do caso, bem como o prazo pelo qual os moradores ficarão sem o contêiner. Porém, até o fechamento desta edição, não recebemos respostas.

Deixe seu comentário