Dicas de abordagem oral e física foram dadas durante o treinamento

RAETEC E MOMBACH promovem treino com orientações práticas para colaboradores

Colaboradores da Raetec Soluções em Segurança e da rede de supermercados Mombach participaram de um processo de capacitação de abordagem. A iniciativa tem como objetivo orientar os funcionários para que atuem de forma correta durante situações atípicas, empregando uma avaliação coerente sobre os fatos e caso necessite usar a força, que seja de forma moderada, sem causar danos a integridade física da outra parte envolvida.

A instrução foi ministrada pelo o diretor operacional da Raetec, Jester Daniel Moraes, na manhã dessa quinta-feira, 3. Jester possui experiência de mais de 30 anos na área das artes marciais e compartilhou um pouco de seu conhecimento com a equipe. Os participantes irão agir como agentes multiplicadores das dicas recebidas, em suas unidades de trabalho. A ideia é que com isso possam, eventualmente, auxiliar no trabalho dos seguranças.

A aula começou através de uma conversa com os “alunos”. Jester falou sobre as formas mais adequadas de abordagem a alguém que esteja em atitude suspeita. Neste aspecto, o instrutor ressaltou a importância da avaliação visual. O primeiro contato se dará pelo olhar, por isso é preciso identificar a expressão do cidadão e se seus gestos revelam a possibilidade de um ato inapropriado para o local.

“O olhar é muito importante, tanto para a segurança do agente como para o resto do pessoal que ali se encontra. Com a percepção do olhar, a gente toma a atitude preventiva necessária para ter cuidado na abordagem ou chamar o auxílio do segurança, para que se possa ter êxito na ação”, explica o diretor da Raetec Jester Daniel Moraes.

Em um segundo momento, mantendo os cuidados preventivos à Covid-19, foi hora de partir para a prática. Jester mostrou que é possível conter uma agressão sem causar lesões e ressaltou que o papel dos membros da turma é cessar o conflito e não o de “colocar ainda mais lenha na fogueira”.

Com toques precisos, em pontos estratégicos do corpo do outro, eles aprenderam a se livrar de tentativas de socos, empurrões e contenção de seus membros superiores, situações onde o agressor segura o funcionário pela roupa ou braços e este pode reverter o ato com um gesto que leve o autor a lhe soltar.

Preparação constante das equipes
Diego Kossman responsável pelo setor de recursos humanos da rede de lojas Mombach Supermercados, relata que as orientações sobre formas de tratamento ao público na empresa são frequentes. “A gente tem um processo de qualificação com eles desde a integração. Pra nós, não existe essa situação de raça, cor, tamanho, ou qualquer tipo de preconceito. Tenho constantemente um diálogo com a equipe sobre o atender bem o cliente”.

Segundo Diego, a orientação dada aos colaboradores é que, em casos suspeitos, procurem o vigilante da loja, pois esse possui um treinamento mais intensivo e é capaz de fazer esse acompanhamento. “Ele vai definir se existe essa atividade suspeita ou não. Até por isso trouxemos essa equipe para cá, para que possam dar apoio ao vigilante”, finaliza Kossman.

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