Cristiano Braatz e Rafael Cruz apresentam projeto ao Engenheiro Luis Fernando Vanacor. Foto: Divulgação/Acom Montenegro

Se aprovado pela empresa, Administração poderá começar as obras na rodovia estadual

O problema histórico da travessia dos moradores dos bairros Santo Antônio e Panorama está mais uma vez prestes a acabar. Através de uma reunião online, o prefeito Gustavo Zanatta; o vice, Cristiano Braatz; secretários municipais; o secretário de Logística e Transportes do Estado, Juvir Costella, e o vereador Felipe Kinn da Silva (MDB) conversaram na última quarta-feira, 6, com o diretor-presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Urbano Schmitt. A pauta foi a solução para os problemas da RSC-287, em especial a falta de travessia segura para os pedestres. Ainda nesta quinta-feira, 7, um projeto orçado em cerca de R$ 3 milhões foi repassado à empresa por Cristiano Braatz; pelo diretor de Captação de Recursos, Rafael Cruz, e pelo gerente de Contratos e Convênios, Sílvio Kael. Caso seja aceito, a Prefeitura poderá realizar as obras.

Diferente de projetos com valores elevados já propostos para a rodovia, – como o sugerido pela EGR em 2019 superior a R$ 20 milhões – em dezembro do ano passado uma nova alternativa, mais viável, surgiu. A estudante de Engenharia da Unisinos, Nicole Streit, de Pareci Novo, sob a supervisão de Fabiano da Silva Jorge, propôs a Gustavo Zanatta e Cristiano Braatz, num encontro agendado por lideranças locais do PT, um projeto orçado no valor de cerca de R$ 3 milhões.

O estudo consiste na construção de duas rótulas fechadas para as travessias (uma em frente ao Posto Ipiranga e outra em frente à Renauto), além da inclusão de faixa de pedestres entre as rótulas e o acréscimo de um redutor de velocidade para tornar a fluxo de pessoas a pé mais seguro. Também prevê a execução de calçadas no lado do bairro Santo Antônio para que os transeuntes tenham acesso da rua Ramiro Barcelos para a rua Ernesto Zietlow e vice-versa.

De acordo com o prefeito e o vice, a proposta de Nicole é muito mais exequível do que o trabalho apresentado pela EGR, em virtude dos custos. “A ideia, inclusive, é fazer com recursos próprios do Município”, afirma o prefeito, citando que já existem em torno de R$ 1 milhão reservados para isto.
São verbas do orçamento da Câmara de Vereadores, referentes a 2020, que foram devolvidas ao Executivo com o objetivo de serem aplicadas justamente nesta demanda.

Zanatta ainda destacou a parceria com a Câmara. “Inclusive, nossa intenção é criar um grupo de acompanhamento desse processo, para o qual certamente convidaremos representantes do Legislativo. Nossa ideia é unir esforços”, anuncia. Segundo a EGR, o projeto será analisado e se for aceito a Prefeitura poderá “reunir as condições para a sua execução”.

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