Evento teve espetáculo teatral “Histórias de Montenegro” do Coletivo Po(l)vo do Teatro

CULTURA.Clima chuvoso não afastou a população de conferir as atrações do último dia

Na manhã do sábado, 5, aconteceu o encerramento da 17ª Feira do Livro de Montenegro e 12ª Feira do Vale do Caí. O evento contou com diversas atividades, como a abertura com animação de “Circo Jardim”, oficinas com escritores, painel, sessão de autógrafos e lançamento de livros. Além de cortejo musical com Quarteto de Jazz New Orleans.

Escritores da região participaram de oficina onde compartilharam conhecimentos

As oficinas oferecidas para o público foram administradas pelo escritor Robertson Frizero e pela escritora e contadora de histórias Milene Barazzetti. Para Robertzon Frizero, as oficinas são oportunidades de trazer experiências de outros lugares para Montenegro, além de refletir sobre a escrita. Os escritores Karina Luft e Marni Alexandre Vargas de Almeida participaram da oficina de Frizero. Almeida acredita que essas atividades são uma forma de interação. “Encontramos outras maneiras de escrever”. Já a escritora Karina, chama à atenção para as análises críticas de textos e a oportunidade de inovar. “Além de poder rever os amigos”, finaliza.

A diretora da Biblioteca Pública Municipal Hélio Alves de Oliveira, Ana Valdeti Martins, afirma a Feira do Livro foi um momento ímpar. “Acho que só vamos melhorar a sociedade que nós temos hoje através da educação”. Entre os quatro dias de feira, foram espetáculos, música, oficinas, bate-papos e muitos livros. “É uma vez no ano, mas, é maravilhoso. O que a gente espera é que a comunidade cada vez mais participe, e isto eu vejo”, afirma.
Apesar do tempo chuvoso, a diretora comenta que a feira vem tomando uma proporção gigantesca através dos anos. “A cada ano a gente tem mais público”, comenta.

Ana Valdeti Martins já atua há seis anos na Biblioteca Pública Municipal

O evento foi uma chance de proporcionar à população um contato maior com a literatura. “A feira do livro em uma cidade é um momento de reflexão. Porque, no momento que você vem, passa por nove bancas. Quem pode comprar, compra, mas quem não pode, folheia e sente os livros”, explica. Para finalizar, Ana afirma que a feira é um local democrático, em que as pessoas puderam olhar, caminhar e participar das diversas atividades propostas para a comunidade.

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