Fios de energia furtados deixaram a escola totalmente sem energia em janeiro deste ano. FOTOS: arquivo Ibiá

Seduc afirma que demora acontece devido a problema no contrato

A escola Dr. Paulo Ribeiro Campos, o Polivalente, segue sem energia elétrica. O problema na rede de energia da instituição começou em agosto do ano passado, quando a escola registrou o primeiro furto de cabos elétricos.

Inicialmente o problema afetou as salas de aula, mas outros quatro furtos de cabos deixaram a Instituição totalmente sem energia. O diretor do Polivalente, Luís Carlos Hummes, relata que as aulas seguem de forma virtual enquanto o problema não é resolvido. “Infelizmente seguimos somente com o ensino remoto, já queríamos ter retornado ao presencial”, afirma o diretor.

O vereador Talis Ferreira (PP) esteve na Secretaria Estadual da Educação (Seduc), acompanhado do deputado estadual Sérgio Turra (PP), em busca de uma resposta para a obra da fiação elétrica da escola. “Fomos recebidos alguns dias atrás e conseguimos uma reunião com o grupo técnico e jurídico da Seduc, na qual eles disseram que tiveram um problema no processo, que teve que passar por várias avaliações jurídicas para solucionar, e por isso demorou. A boa notícia é que entre 30 a 40 dias foi prometido começar o trabalho”, afirma o vereador. Consultada, a Seduc confirmou que a demora para o início das obras se deve a um problema jurídico, mas não deu prazo para o início dos serviços.

Enquanto situação da falta de luz não é realizada, aulas seguem de forma remota

“A Secretaria Estadual da Educação informa que a minuta do contrato para realização da obra está em análise no departamento jurídico. Após este procedimento será realizada a assinatura do contrato com a empresa responsável pela obra. A Seduc reitera que já disponibilizou o valor de R$ 64 mil para que sejam efetuados os reparos e substituir os fios da rede elétrica que foram furtados”, afirmou a pasta em nota.

O diretor da escola, Luís Carlos Hummes, diz que se nada for feito, o próximo passo será entrar com uma ação no Ministério Público. “São várias as desculpas, pediram um prazo de 20 dias para resolver a situação da escola. Estamos aguardando, o prazo termina no dia 20/09”, destaca Hummes.

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