Previsão da prefeitura é de que a canalização ocorra já no mês de março

Mau-cheiro, animais indesejados e desmoronamento de terra são alguns dos problemas que Luciana Oliveira, moradora da rua Jorge Guilherme Moojen, n° 532, no bairro Progresso, tem passado. Desde meados de setembro, o esgoto a céu aberto que passa no seu terreno está com problemas de erosão, o que já a motivou a dar entrada em protocolos na Prefeitura, mas até o momento nada foi feito efetivamente.

A principal preocupação de Luciana é com o bem-estar da sua família e dos seus vizinhos. “Se eles não tomarem uma providencia logo, tanto o muro da vizinha como parte da minha casa podem cair. […] Está muito perigoso”, diz. Além disso, ela aponta os problemas de saúde que o esgoto pode gerar. “Em alguns pontos a água fica parada, o que pode dar dengue”, completa.

A moradora conta que o terreno está na família há mais de 60 anos, e que apenas nesta parte o esgoto não está canalizado. “Eles (Prefeitura) disseram que logo vinham arrumar, aí a gente fez uma contenção com grade, barra de ferro e lona. […] O meu medo agora é que venha mais chuva, se vier mais chuva vai levar o resto”, fala.

Após contato realizado, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura afirma que o secretário de Viação e Serviços Urbanos, Neri de Mello Pena, o Cabelo, esteve no local e, acompanhado de técnicos, confirmou a necessidade da canalização. Segundo a Assessoria, o trabalho ainda não foi realizado pois o serviço exige a prévia supressão de uma árvore, cujo corte requer a elaboração de um projeto e o aval da Secretaria Municipal de Meio de Ambiente. Neste momento, o projeto está em execução, e a previsão dada é de que a canalização ocorra em março, possivelmente por uma empresa terceirizada que está sendo contratada para agilizar esta e outras providências.

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