No final da Rua Amazonas, tem entulho, restos de móveis e até vidro espalhados por uma área pública

O descarte incorreto prejudica os moradores da região, que esperam uma ação mais firme da Prefeitura na solução

Sofás, caixas de som velhas e até um cavalo fazem parte do cenário na Rua Mário Garcia Machado

O depósito inadequado de resíduos ainda é um sério problema, criado, muitas vezes, pela própria comunidade. Não é difícil encontrar tábuas, sofás, restos de equipamentos eletrônicos, telhas entre outros materiais jogados em algum lugar público. Um desses casos pode ser observado na área verde localizada no final da rua Amazonas, próxima à casa 400, no bairro Santa Rita. Bem pertinho dali, na Rua Mário Garcia Machado, o problema é semelhante: um sofá, caixas de som, pedaços de telhas e madeiras foram colocados por lá e ninguém recolheu.

Greice Kondorfer, de 34, mora próximo ao local, na Rua Amazonas, a cerca de 20 metros, e afirma que a maioria dos materiais são objetos que a população não quer mais e que os lixeiros não recolhem. “É uma situação bem complicada. E ouvi comentários de que foram descartados por pessoas daqui do bairro mesmo, mas não tenho certeza disso. O que sei é que são coisas de casa, móveis velhos e até vidros”, declara. A situação incômoda já dura cerca de quatro meses.

A moradora conta ainda que seu sogro costumava limpar o local, dando um fim correto aos materiais, mas, devido ao cansaço físico e à falta de esperança na fiscalização dos abusos pela Prefeitura, desistiu. “Aquele canto virou uma área de descarte. E o principal medo são os bichos, escorpiões, aranhas, cobras. Vai saber o que pode ser esconder embaixo de tanto entulho”, diz.

Na Rua Mário Garcia Machado, o problema é semelhante, com direito até a cavalo no ambiente. Os moradores se mostram decepcionados com a Administração Municipal e com os autores das infrações.

A reportagem do Jornal Ibiá contatou o setor responsável pela limpeza junto à Prefeitura e solicitou informações quanto à fiscalização e às orientações à comunidade. Porém, até o fechamento desta edição, não recebeu respostas.

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