FOTO: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

A maior parte dos consumidores de energia do país terá a opção de mudar os hábitos e diminuir a conta de luz. Em vigor desde 2018 para grandes consumidores, a tarifa branca de energia será estendida a quase todos os brasileiros em 1º de janeiro.

Essa tarifa branca consiste na redução do preço da energia fora de horários de pico (os chamados “horários de ponta”) e envolve três faixas de valores.

Nos dias úteis, a cobrança da energia é dividida nessas três faixas: o horário de ponta (tarifa vermelha), entre o fim da tarde e o início da noite; a faixa intermediária (amarela), uma hora antes e uma hora depois do horário de ponta, e o horário fora de ponta (verde), com custo mais baixo no restante do dia. Nos fins de semana e nos feriados nacionais, a tarifa de energia é cobrada pelo valor fora de ponta.

O modelo começou a ser usado em 2018, para unidades com consumo superior a 500 quilowatts-hora (kWh). Em 2019, passou a ser aplicado em unidades com consumo a partir de 250 kWh.  Agora, está sendo ampliada.

Vale a pena pra você?

Cada concessionária de energia estabelece o seu horário de ponta. No Rio Grande do Sul, o horário definido pela CPFL é das 18h às 20h59, período em que a luz vai custar mais.

Para aderir à tarifa branca, o consumidor precisará formalizar a opção na distribuidora a partir de janeiro. A empresa, então, instalará um novo medidor de energia capaz de registrar o consumo nas diferentes faixas horárias.

Mas atenção! O consumidor deverá cuidar antes de optar pela modalidade. Isso porque a adesão envolve mudanças de hábito, como usar aparelhos que consomem mais energia, principalmente o chuveiro elétrico, fora dos horários de pico. Caso o cliente não preste atenção e mantenha o consumo no horário de ponta, poderá fechar o mês com a conta ainda mais cara do que atualmente.

As informações são da Agência Brasil.

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