Em visita ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ele falou em manter presidente do Banco Central. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil

O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta quarta-feira, dia 7, que pretende extinguir o Ministério do Trabalho. O anúncio aconteceu após reunião com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, e o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro. “O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério”, limitou-se o político em conversa com a imprensa.

Criado há 30 anos, o Ministério do Trabalho divulgou nota ontem, dia 6, informando sobre a importância de ser mantido como uma pasta autônoma. A nota diz que: “O futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado para a sua compatibilização produtiva, e o Ministério do Trabalho, que recebeu profundas melhorias nos últimos meses, é seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela nação brasileira, na efetivação do comando constitucional de buscar o pleno emprego e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros”.

No Banco Central nada muda

Bolsonaro afirmou ainda que o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, poderá permanecer à frente do banco em seu governo. “Pode ser. O Paulo Guedes está com tudo rascunhado. Está em vias de ser anunciado.” Mais cedo, Goldfajn não quis confirmar essa possibilidade. A informação chega no mesmo dia em que o político do PSL comentou que “muita coisa do governo Temer” será mantida. E tranquilizou alguns setores ao informar que, por sugestão do setor produtivo, Agricultura e Meio Ambiente permanecerão separados.

*As informações são da EBC Notícias/ Agência Brasil.

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