O movimento estava grande na manhã deste sábado, dia 10

O Dia dos Pais não pode passar em branco. Para aqueles que querem presentear a figura paterna, ou um ente querido que tem o mesmo papel, o sábado foi dia de ir às compras. Nem o clima, que ficou entre o nublado e o chuvoso, além do vento gelado, impediu os montenegrinos de procurar o presente ideal no comércio local.

Na rua Ramiro Barcelos, Elizete Vargas, dona de casa, vinha apressada com uma sacola volumosa. O presente foi encomendado pela filha, Karine Vargas, durante a semana. “Ela encomendou e acabou ficando para a última hora para buscar”, conta. Elizete diz que não gosta de comprar as lembranças na última hora, por conta do movimento. “Sempre da tumulto”, finaliza.

Mas não são só os pais que ganham presentes neste dia especial, os que cumprem esse papel também são homenageados. É o caso de Fernando Motta de Amorim, que junto ao filho, passeava pelo Centro, com o presente de um compadre nos braços. “É como se fosse pai”, conta Fernando. Quando questionado sobre o que esperava receber no dia de amanhã, o supervisor logístico disse o que é o melhor presente. “Para um pai, o melhor presente é um abraço”.

As flores também foram escolhidas para esse final de semana, afim de prestar homenagens aqueles que não estão mais entre nós. Cleci Pavanate, a filha Tais Pavanate e o neto, deixaram os presentes para a última hora porque como brinca Cleci, “são brasileiras”. A comerciante e a filha técnica em radiologia compraram presentes para todos os pais da família, não esquecendo dos que não estão mais vivos. “Compramos inclusive para os pais falecidos”, diz Cleci.

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