Atividades da Escola São José do Maratá uniram e divertiram famílias

A confiança nas mãos da mãe segurando o banco e o guidão foi essencial para que Laura, 4, experimentasse, pela primeira vez, como é andar de bicicleta sem as rodinhas. “Ela anda super bem, mas só com rodinha”, conta Rosemar Schley Rech, 44. A secretária de saúde do município aproveitou o sábado, 4, para curtir com a família o evento realizado pela Escola São José do Maratá, de São José do Sul. “[Esses eventos] estimulam os exercícios, as atividades e trazem bem-estar mental e físico”, relata.

O marido de Rose, Cleiton Pedro Rech, fez o passeio ciclístico junto de outros membros da comunidade. Segundo ele, mesmo com subidas íngremes, o trajeto – o mesmo em que foi realizada a Caminhada do Coração há alguns dias – vale ser conhecido. “E não só esse. A cidade tem muitos lugares bonitos que merecem ser visitados”, garante o gerente comercial.

Os salgados e bebidas servidos aos participantes foram vendidos pelos alunos do terceiro ano. O dinheiro será revertido para a formatura da turma, que ocorre dia 23, com solenidade, coquetel e festa. Uma das alunas do terceirão, Alessandra Zweibrucker, 17, conta que ainda não está preparada para o momento da despedida da escola. “A gente vai sentir saudade de rever os colegas e estar aqui”.

Confraternizar e valorizar
O diretor da escola, Júlio Ricardo Hoerlle, considerou a atividade um sucesso. “O evento envolveu a comunidade, em um ano de muitas restrições”, afirma ele, recordando o incêndio que atingiu o prédio da instituição, além dos meses de pandemia. “O engajamento é a marca da nossa escola. A comunidade sempre teve essa característica”.

Júlio destaca o passeio ciclístico, de cerca de 10 quilômetros, pensado para que os participantes pudessem curtir as paisagens e vivenciar bons momentos entre família e amigos. “Teve açudes, um túnel verde, deu para sentir o aroma das flores”, diz. “São lugares que devemos valorizar, principalmente porque somos uma escola do campo”, reforça o diretor.

Desafios e trabalho em equipe
Certamente uma das atividades mais difíceis do sábado foi encontrar o Thiltapes. “Na primeira tentativa a gente não conseguiu, mas é porque a gente não tinha o mapa”, explica a conselheira tutelar Cibeli Mombach. Ela começou a busca com a sobrinha, mas foi agregando outros parceirinhos na procura.

O consenso do grupo foi de que a caminhada foi difícil e o Thiltapes estava bem escondido. “Foi dolorido! Eu nem achei”, confidencia Micheli Altenhofen Petry, aluna do sexto ano da escola. “Eu voltei até o outro tronco, daí eu segui as dicas, fiz os quarenta passos, e daí escutei quando gritaram”, relata. Também ocorreu disputa do lenhador, tiro ao alvo com funda, cabo de guerra, futebol, slackline, cama elástica, entre outras atividades.

Confira algumas imagens da atividade.

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