Foto: Facebook

A professora aposentada Lourdes Natália Scheid faleceu por volta das 15h45min deste sábado no Hospital Unimed Vale do Caí. Ela estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) há cerca de 20 dias realizando tratamento contra um câncer nos pulmões. Segundo Daniela Boos, sobrinha de Natália, a doença foi descoberta já em estágio avançado no mês de dezembro do ano passado.

Natália era viúva e deixa os filhos Pablo, Maria Helena e Patrícia Scheid. “Ela era uma mulher que sempre esteve a frente do seu tempo. Lutadora, uma professora que sempre trabalhou com inclusão. Foi uma mãe, filha,esposa,avó, amiga sem igual. Para ela, nunca teve distância, falta de dinheiro, dor,  sempre estava pronta para ajudar o próximo”, diz Patrícia sobre a mãe. Para os filhos, Natália foi uma guerreira, vitoriosa em todos os sentidos.

O velório de Natália terá início às 21h deste sábado na Capela da Funerária Vargas. O sepultamento ocorre às 10h deste domingo, no Cemitério Municipal de Montenegro.

Natália ingressou no magistério com 20 anos de idade, seguindo a carreira da mãe Eva Laubin Boss, e também da irmã Cíglia da Silveira. Ela atuou na rede estadual e municipal. Foi diretora na Escola Belo Faustino, da localidade de Fortaleza, e da extinta Estância Mascarenhas, também atuou como vice-diretora, conselheira tutelar, presidente da associação comunitária do bairro Municipal, presidente da União Montenegrina das Associações Comunitárias (Umac) e teve envolvimento com projetos sociais.

No Facebook, amigos e ex-alunos externam sua gratidão e saudades à prof, Natália. “Notícia triste!! Natália, pessoa humana demais, boníssima, gargalhadas marcante… Sentiremos muita falta e saudades dessa vizinha amada”, diz a amiga Ana Machado.

Monaliza Furtado, professora assim como Natália, lembra do apoio recebido da colega ao iniciar a carreira. “Quem me recebeu foi a professora Natália, eu tinha 19 anos na época e, apesar de já amar a educação, eu só tinha teorias e foi essa educadora maravilhosa que me ensinou a iniciar minha prática com um olhar mais humano e empático”, destaca a educadora.

 

 

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