FOTO: Arquivo/Jornal Ibiá

O prefeito de Brochier, Clauro Josir de Carvalho, assinou decreto que permite o funcionamento de estabelecimentos comerciais e de serviços, bem como de indústrias não essenciais. Os centros comerciais com mais de cinco estabelecimentos que não possuem farmácias, clínicas de atendimento na área da Saúde, supermercados, agências bancárias, restaurantes e locais de alimentação deverão ficar fechados. Segundo o documento, os empreendimentos que optarem por reabrirem suas portas deverão seguir uma série de determinações durante esse período de pandemia do novo coronavírus.

Estabelecimentos comerciais e de serviços que optarem pelo retorno de suas atividades deverão funcionar com sua capacidade de ocupação reduzida a 50%. Bares e lanchonetes terão que operar com, no máximo, 30% da sua capacidade total. Os empreendimentos deverão observar o distanciamento de pelo menos dois metros entre as pessoas e restaurantes devem separar as mesas do estabelecimento de modo a tornar mais espaçosa a ocupação, bem como proteger alimentos com protetor salivar, quando servidos em buffet. Os colaboradores da empresa deverão utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) e deverá haver horário de atendimento específico para idosos e demais integrantes do grupo de risco.

Para indústrias, as orientações são de que deverá haver controle de acesso ao interior do processo produtivo, orientação para um autotriagem (com cada colaborador relatando a chefia, imediatamente, qualquer sintoma de gripe, tosse, falta de ar, febre ou mal estar), flexibilização nos horários de alimentação para se evitar aglomerações e para se respeitar a distância mínima de dois metro entre as pessoas e aumentar o número de dispensers de álcool em gel, bem como intensificar a limpeza e higienização de veículos e áreas comuns da empresa.

Segue, ainda, a orientação para indústrias, comércios e serviços adotarem, se possível, sistemas de escala e de revezamentos de turnos, bem como a alteração de jornadas, para reduzir fluxos, contatos e aglomerações de trabalhadores. O decreto estabelece, ainda, que os órgãos de fiscalização do Município devem contribuir para o cumprimento das determinações.

Segue proibido o acesso e a utilização de áreas públicas, como praças, e a restrição da realização de eventos públicos ou privados que gerem aglomerações.

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