Evento reuniu cerca de duzentos ciclistas, de todas as idades, em manhã de confraternização e solidariedade

Neste domingo, 29, ocorreu a quarta edição do Passeio Ciclístico Mombach. O evento reuniu cerca de 200 participantes, de todas as idades. A inscrição era feita mediante doação de um quilo de alimento não perecível que, agora, será destinado a entidades carentes do Município. A empresa ainda não definiu quem receberá a doação.

A concentração do Passeio foi no Parque Centenário, ainda pela manhã. Em um clima descontraído e de confraternização, famílias, amigos e grupos de ciclistas se reuniram para aguardar a largada. “É o objetivo deste evento deixar o Mombach cada vez mais próximo da população de Montenegro”, destacou o representante da empresa, José Augusto Friedrich.

Os ciclistas saíram do Centenário por volta das 9h, seguiram pela rua Buarque de Macedo até a Santos Dumont. De lá, pegaram a Ramiro Barcelos até o Cais do Porto das Laranjeiras, seguindo, então, até a unidade da Timbaúva do supermercado. Lá, por volta das 11h, tiveram uma série de surpresas.

Houve distribuição de medalhas aos participantes e também troféus em diferentes categorias, como ciclista mais jovem, ciclista mais velho e bicicleta mais enfeitada. Através de parceria com o Sesc, foram instalados brinquedos infláveis para as crianças e também distribuído um bolo, que marcou a comemoração dos 62 anos de história da empresa em Montenegro.

Na última edição, o animado Flávio Kern já havia ganhado troféu do Mombach pela bicicleta mais enfeitada do evento. Pronto para repetir o feito, adornou sua “magrela” com faixas, com a bandeira do Brasil e a bandeira de seu amado Internacional. Com orgulho, ele mostrava um rosário benzido que sempre leva junto da bike. “É para proteção”, confidenciou.
Como muitos participantes, o ciclista Daniel Winck levou a filha para o passeio. E a pequena Martina, de um ano e cinco meses de idade, estava toda concentrada para o evento, mal conseguindo esperar pela hora de “rodar”. Daniel contou que, desde que ela tinha apenas seis meses, já se aventuravam, os dois, em algumas voltinhas de “bici”.
Deve ter vizinho desavisado do Centenário que acordou no domingo com o som de buzinas. E umas das que mais chamava atenção, sem dúvida, era essa, da foto. Propriedade do jovem Max Stumpf, de onze anos de idade, a buzina acoplada à bicicleta usa um extintor para aumentar sua potência. Obra de um amigo, Max contou à reportagem. A invenção deixou muita gente curiosa.
Aos 67 anos de idade, seu Verani Mair Nunes já ganhou até troféu em edições anteriores como o participante mais idoso. Na concentração, ainda no Centenário, contava o feito, orgulhoso. E com mais orgulho ainda, mostrava a sua bicicleta, uma relíquia comprada no ano de 1949 e guardada em casa com todo o zelo que o item merece.
Nem mesmo o Super-Homem resistiu a dar uma voltinha por Montenegro no domingo

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