Nesta sexta-feira,23, o Coletivo LGBTT Íris, promoveu um painel de debates sobre o tema “Segurança pública pra quem?”. A iniciativa propõe a aproximação entre a comunidade LGBT e entidades como a Guarda Municipal (GM), Brigada Militar (BM) e Polícia Civil (PC), contudo só compareceu ao encontro o chefe da GM, o tenente da reserva Humberto Alencar Minks Reinhardt. O delegado Eduardo Azeredo Coutinho, da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) justifica sua ausência devido ao cumprimento de atividades de expediente, o comandante do 5º Batalhão da BM, tenente coronel João Luiz Machado, informa que um contratempo impediu o comparecimento ao painel.

Conforme Ezequiel Souza, membro do Coletivo, o objetivo do encontro foi debater com os órgãos de Segurança sobre relatos de casos de abuso do uso de autoridade de alguns agentes da GM e da BM. Um dos casos em destaque teria ocorrido na Estação da Cultura na data de 29 de agosto.

Um casal de namorados teria sido abordado por um agente da GM de forma grosseira e agressiva. O guarda teria pedido para que ambos se retirassem do local público. O caso ainda não foi levado ao conhecimento da Polícia. O chefe da Guarda afirma que, até então, não sabia do ocorrido e se comprometeu a apurar os fatos.

Mais detalhes sobre o caso na edição impressa do Jornal Ibiá desta segunda-feira,26.

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