Situação dos prédios foi analisada e soluções são prioridade. FOTO: ACOM

Prédios apresentam problemas na estrutura que comprometem a segurança dos seus acervos

Representantes da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) estão visitando áreas e prédios de competência do setor para analisar a situação de cada um deles. Na manhã da última quinta-feira, 7 , a secretária Ciglia da Silveira esteve no Museu Histórico Nice Antonieta Schüler e Maria Eunice Müller Kautzmann no Arquivo Histórico. Foram constatados problemas na estrutura de ambos os espaços.

Fechado desde março de 2020 para visitação, devido à pandemia da Covid-19, o Museu  localizado em frente ao prédio da Estação da Cultura, é o que mais preocupa. Infiltrações, falhas no reboco e na pintura e deterioração do forro de madeira são alguns dos problemas. De acordo com a responsável pela Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural (Dipahc), Claudete Heberle, que acompanhou a titular da pasta na visitação em dias de chuva forte a água inunda o hall de entrada do Museu. Além disso, em alguns pontos, escorre com menos força pelas paredes. Por sorte, as peças e o acervo do Museu não apresentam danos aparentes.

A sede do Arquivo Histórico Municipal também apresenta problemas semelhantes no prédio. Um deles, o mais grave, é o telhado danificado. Segundo servidores, quando chove, a água invade o local e coloca em perigo os documentos que estão ali guardados. Em algumas estantes, funcionários colocaram lonas para evitar qualquer tipo de estrago. Infiltrações e falhas na pintura e no reboco estão por toda parte.

Após as visitas, a secretária municipal de Educação e Cultura destaca que os dois espaços carecem de uma reforma com urgência, para que as estruturas não colapsem e para não haver danos nos objetos e documentos armazenados. “Dependendo da situação, teremos que colocar o acervo em outro prédio”, enfatiza Ciglia. Para a secretária, é importante encontrar uma solução rápida para que a comunidade possa, novamente, ter o seu Museu em condições de visitação.

Infiltrações, falhas na pintura e no reboco e deterioração do forro de madeira foram alguns dos problemas detectados

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