Na RSC 287, principal problema é a travessia para o Panorama e Santo Antônio

Muitos problemas. Manifestações ocorrem hoje às 17h nas duas rodovias

Alvos da manifestação, buracos na ERS-411 geram prejuízos e causam riscos aos usuários da pista

Moradores realizarão protesto na ERS-411 e na RSC-287, na tarde de hoje, a partir das 17h. As manifestações ocorrem devido aos problemas enfrentados nas rodovias estaduais da região. Os atos estão marcados para ocorrer simultaneamente.

Na rodovia que liga Montenegro a Brochier e Maratá, o protesto ocorrerá em frente ao Colégio Pedro João Müller. Já na RSC-287, os manifestantes do Panorama se reunirão na entrada do bairro. Eles devem seguir em caminhada em sentido ao bairro Santo Antônio para uma concentração no acesso à rua Ramiro Barcelos (trevo do posto Ipiranga).

Na ERS-411, o empresário Claudiomiro Tomasi, 46, o “Gringo”, é um dos organizadores. Ele relata que a situação da via é precária, gerando inúmeros prejuízos aos moradores e a quem depende da rodovia para trabalhar. “Tem o pessoal que puxa lenha, frango, carvão, suíno que passa pela nossa região”, enumera. “O prejuízo é enorme. Tem que trocar mola, pneu… E não é uma empresa. São várias. De Maratá e Brochier, a maioria passa por aqui”, contata.

Os problemas são, constantemente, alvo de matérias do Jornal Ibiá. No último final de semana, uma reportagem detalhava os problemas das estradas da região. Na 411, os buracos na pista são agravados agora pelo abandono da obra de recuperação. Nestes pontos, para evitar os solavancos, os motoristas têm optado por usar a pista da contramão para fazer o desvio. “Quando está chovendo, é cheio d’água, uma buraqueira fora do normal. E, quando tem tempo bom, é um poeirão daquela várzea”, relata Claudiomiro.

Na RSC-287, a principal reivindicação é em relação à segurança na travessia dos moradores do Panorama e Santo Antonio. Airton Quadros, um dos organizadores do protesto nesse local, constantemente ajuda os estudantes a atravessarem a faixa em horários de muito movimento. “E não sou só eu. São pais e avós. A gente pediu ajuda para a Guarda Municipal, mas demitiram o guarda”, diz. Segundo ele, que é morador do Panorama, a falta de segurança é motivo de preocupação constante dos moradores. “Tu imagina como ficam pais e mães quando escutam uma sirene de ambulância?”, questiona.
Sobre o protesto, Airton pede que seja de forma pacífica e ordeira.

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