equipes da Prefeitura percorrem a cidade para limpar o mato crescente, mas segue um cronograma que possui prioridades, como grande circulação

Queixa. Montenegrinos querem mais capricho, inclusive em áreas públicas

Com chuvas, umidade e oscilação de temperaturas elevadas, o matagal tende a crescer na cidade. As equipes da Prefeitura de Montenegro atuam em ruas e parques para manter a limpeza urbana. Para isso, conta até mesmo com o apoio dos detentos do regime semiaberto, que auxiliam nesse tipo de serviço em troca de redução da pena e também como forma de renda para auxiliar as famílias. Conforme o governo municipal, o grupo de 26 pessoas segue um cronograma de modo a atender as demandas mais urgentes e onde há maior circulação de pessoas.

O público do jornal Ibiá leu a reportagem sobre a situação do mato na rua Cylon Rosa veiculada no dia 26 de abril, chamando a atenção de que a Prefeitura iria multar os proprietários de terrenos com mato alto.

Dona Marlene Coutinho, por exemplo, questiona por que a Prefeitura não cuida da limpeza de seus próprios terrenos. Segundo ela, ao lado da casa onde mora há um terreno municipal “tomado pelo mato e infestado de animais, como gambás e ouriços”.
A moradora também afirma que já abriu vários protocolos no Palácio Rio Branco para solucionar o caso, mas nenhuma equipe do município vai até o lugar para solucionar o problema.

Procurado pelo Ibiá, o diretor de Limpeza Pública, Ezequiel Khral, prontamente respondeu à moradora. “O terreno, quando é nosso, nós que limpamos, e o serviço é feito conforme nossa disponibilidade de tempo”, afirma o diretor.

Diretor de Limpeza Pública, Ezequiel afirma que o dono pode ser multado

Sem limpeza, animais se proliferam nos terrenos
Mateus de Azevedo, morador do bairro São João, tem dúvidas quanto à sujeira e ao estado de abandono em um terreno particular. Segundo ele, já houve diversas tentativas de contato com o proprietário do lote ao lado da casa onde mora, “para que o local fosse limpo, mas não adiantou”. Sem a limpeza no local, “formigas, cobras, mosquitos, carrapatos e aranhas entram na casa”. O morador ainda se queixa de que efetuou um pedido de providência na Prefeitura, “mas mesmo assim nada foi feito”.

Além disso, ele afirma que o proprietário do terreno é funcionário da Prefeitura. O diretor de Limpeza, ao tomar ciência dessa situação , afirma que “no caso do terreno particular do bairro são João, tem que denunciar junto à Secretaria de Obras, no Setor de Fiscalização de Posturas, independente de quem seja o proprietário”, destaca. Ainda de acordo com o diretor, o tempo de autuação varia entre 15 e 20 dias, depois é aplicada multa ao dono da área.

Se nada for feito pelo proprietário no sentido de manter a limpeza do terreno particular, uma nova denúncia pode ser realizada.

 

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