Incêndio começou por volta das 6h. Chamas foram combatidas pelo Corpo de Bombeiros de Montenegro. FOTO: Cristian Kirst

Sinistro aconteceu na madrugada desta terça-feira e atingiu cozinha, banheiros e área de convivência da instituição

Apesar de sestruiur parte da escola, sinistro que pode ter ocorrido em
decorrência da queda de um raio não atingiu salas de aula ou outras áreas

Parte da Escola Estadual de Ensino Médio São José do Maratá, localizada na localidade de mesmo nome, no interior de São José do Sul, foi consumida pelas chamas na madrugada de terça-feira, dia 30. O incêndio deixou cozinha, banheiros e área de convivência destruídos. A parte da frente da escola, onde ficam salas e secretaria, teve alguns poucos danos no forro. O prédio dos fundos da escola, onde há mais salas, não foi atingido pelas chamas.

Ex-aluno da escola e que mora de frente para ela, Cristian Kirst disse que na madrugada ouviu um raio e perdeu o sono. Cerca de 40 minutos depois, ele começou a ouvir os barulhos causados pelas chamas. “Abri a janela e vi o incêndio. Na mesma hora liguei para o 193. A sensação era de impotência e tristeza, só pude ver o incêndio consumindo a escola”, contou.

Estátua de São José, no corredor que leva à área incendiada ficou intacta e “protegeu” salas e secretaria

Acionado às 6h15min, o Corpo de Bombeiros de Montenegro foi o responsável por combater as chamas. Os bombeiros não tiveram dificuldades em acessar o local e tiveram na grande quantidade de chuva que caia no momento do sinistro o seu principal contratempo.

Vizinho e também ex-aluno da escola, José Luiz Kirst relatou que o fogo começou após um raio ter caído e ocasionado uma queda de luz. Inclusive, ele revelou que na sua residência uma TV e lâmpadas queimaram. O diretor da EEEM São José do Maratá, Júlio Ricardo Hoerlle, revelou que imagens das câmeras de segurança mostram que quando o raio caiu houve a queda de energia. “Quando retornou a energia deve ter dado o sinistro”, comentou.

Júlio salientou que durante o período sem aulas por causa da pandemia do novo coronavírus colaboradores da escola estavam fazendo revezamento para mantê-la arrumada. “Nós estávamos aproveitando essa lacuna da pandemia para fazer essa conservação, manutenção e melhorar a escola”, frisou. O diretor também destacou a presença da comunidade escolar na instituição na manhã de terça-feira, que foi até o local para ajudar no que fosse preciso.

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