FOTO: Marcos Corrêa/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta terça-feira, 9 que o auxílio emergencial será prorrogado por mais dois meses, conforme já havia sido anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro. É o tempo, segundo o ministro, para o setor produtivo se preparar para retomar as atividades, com a adoção de protocolos de segurança.

“E depois [a economia] entra em fase de decolar novamente, atravessando as duas ondas [da pandemia e do desemprego]”, disse, durante a 34ª Reunião do Conselho de Governo.

Ainda na sexta-feira, o secretário especial de Fazenda do ministério havia indicado que, para a prorrogação, haverá uma redução de valor. Não é oficial, mas as tratativas indicam que as próximas duas parcelas, ao contrário dos R$ 600,00 das três originais, serão de R$ 300,00.

O presidente Jair Bolsonaro já falou sobre o tema, afirmando que, se deputados “quiserem” que os pagamentos extras sejam de R$ 600,00, eles terão que indicar a fonte da despesa. Ele ressaltou que o pagamento de cada parcela do auxílio integral custa cerca de R$ 40 bilhões aos cofres da União.

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