Evento juntou na cidade 120 empresas gaúchas

Montenegro respirou networking e negócios na tarde desta quinta-feira, 27. O Município foi escolhido pelo Sebrae e o Sindimetal para sediar a 16ª edição da “Rodada de Negócios” que lotou o salão de eventos de Sesi com 120 empresas em busca de novas parcerias. Foram instituições da Grande Porto Alegre, Serra, Vale do Caí e Vale do Taquari que estiveram por aqui.

“É uma metodologia que o Sebrae usa há algum tempo, de sessão de negócios”, explica o gerente regional da entidade, Marco Copetti. “Nós focamos no setor de metal-mecânica, que vem sendo afetado por uma crise estrutural, buscando aproximar as empresas. A maior parte dos que vieram são indústrias que apresentem soluções ou um conjunto de soluções.”

Valmir Pizzatti, representante do Sindimetal , à esquerda; e Marco Copetti, gerente regional do Sebrae

O formato é bem diferenciado. Os empresários foram divididos em onze “arenas”, que são mesas redondas com um “comprador” e outros “fornecedores” na busca de potenciais negócios. Cada integrante pôde apresentar sua empresa por um minuto e meio, tudo cronometrado, até ser trocado para a arena seguinte.

“Esse sistema de te colocar em contato com 120 empresas em uma só tarde é muito interessante e produtivo”, avalia o gerente administrativo Vilmar Martins. “É uma rede de contatos que não se conseguiria direto na empresa”. O profissional foi um dos “compradores” do evento, representando a indústria de máquinas Mecsul, de Novo Hamburgo. Veio à Montenegro focado em conhecer novos fornecedores para áreas de pintura, usinagem, fundição e peças técnicas para o trabalho com vidro.

Salão de eventos do Sesi Montenegro foi o local escolhido para a Rodada

Organizações renomadas no Estado, como Arauco, CCM Montagens Industriais, Companhia Brasileira de Cartuchos e Werk-schott Pneumática estavam entre os compradores presentes. Representante do Sindimetal na atividade, Valmir Pizzatti explicou que a ideia da vinda da rodada para o Vale do Caí segue o planejamento da entidade em descentralizar o foco de atuação do segmento. “Esse é um primeiro movimento que estamos fazendo. Nossa ideia é fazer isso de dois em dois anos”, adiantou.

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