Feira reuniu bom público na sua primeira edição e anima produtores. Foto: Divulgação/Emater/RS-Ascar

Vendas ocorrem aos sábados, das 8h ao meio-dia

Os moradores de Capela de Santana e arredores possuem uma nova opção de feira de produtos coloniais e hortaliças. Trata-se da Feira da Estação, que ocorre no bairro de mesmo nome, em espaço próximo da lotérica. A feira, que teve sua inauguração no dia 22, acontece todos os sábado das 8h ao meio-dia.

No espaço, sete famílias de produtores comercializam produtos diversos como hortaliças, frutas, legumes, ovos, mel, conservas, peixes congelados e queijos, entre outros. Além dos agricultores, a Associação dos Artesãos de Capela de Santana (Artecaps) – uma das promotoras da feira, ao lado da Emater/RS-Ascar e da secretaria municipal de Agricultura – ofertará peças variadas de artesanato.

Por causa da pandemia, participantes têm adotado medidas como uso de máscaras e utilização do álcool gel. Foto: Divulgação/Emater/RS-Ascar

Em meio à pandemia do novo coronavírus, os participantes têm adotado todas as medidas de segurança para reduzir as possibilidades de contágio pela Covid-19, como uso de máscara, respeito ao distanciamento social e utilização de álcool gel. “Na realidade havia dúvidas sobre se deveríamos ou não retomar a feira, mas os agricultores sinalizaram de forma positiva”, salienta o extensionista da Emater em Capela de Santana, Carlos Maciel.

O extensionista lembra que esta não é a primeira vez que Capela de Santana promove uma iniciativa do tipo. Maciel cita como exemplos as experiências com as feiras que foram realizadas no ginásio municipal em 2017 e na praça, em 2018. “Ambas não emplacaram por não alcançarem um público mais satisfatório, apesar de terem sido muito bem organizadas”, explica Maciel.

Agora, a proximidade com o centro da cidade pode ser o diferencial, em um espaço que se pretende plural, de construção social, para além da simples “venda de produtos”. “A ideia é fazer com que feirantes e consumidores estreitem laços, dialoguem, promovam a convivência e a integração”, comenta o extensionista.

Se depender do bom resultado alcançado no último sábado, dia 22, a expectativa é das melhores possíveis. Para a produtora de orgânicos Ivanir Zirbes, a feira constitui-se em uma forma a mais de comercializar diretamente ao consumidor. “Esperamos que ela possa crescer, se fortalecer ainda mais”, pontua. Para Maciel, a feira livre tem potencial, inclusive, para ser ampliada, transformando-se em um espaço de promoção da cultura com eventos, shows e outras atividades, que possam ir para além da importante ação de segurança e soberania alimentar.

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