Advogado declarou que Loures prefere morrer a fazer delação. Foto: Internet

Pelo visto, essa sexta-feira está sendo o dia do benefício na Justiça Brasileira. Depois do ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), devolver o mandato ao senador Aécio Neves (PSDB), negando pedido de prisão, agora a tarde foi a vez de seu colega, ministro Edson Fachin, mandar soltar o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB). O assessor ligado ao presidente Michel Temer estava preso há mais de um mês na carceragem da Polícia Federal em Brasília. Em troca, Loures deverá cumprir algumas medidas cautelates, como recolhimento domiciliar.

O ex-deputado foi flagrado pela PF recebendo uma mala com R$ 500 mil na Operação Patmos, investigação baseada nas informações da delação premiada dos executivos da JBS. Quando Rocha Loures foi preso, Fachin – relator das ações da Lava Jato na Corte – havia atendido a um pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo o procurador, a prisão de Loures era “imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal”.

 

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