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Infelizmente, a vacina que pode proteger a população da Covid-19 e colocar fim à necessidade de isolamento social ainda não está disponível. Mesmo assim, os governos precisam se preparar para o complexo sistema de aplicação que terá de ser implantado quando as doses estiverem disponíveis. O governo do Estado anunciou que a Secretaria da Saúde (SES) já elabora um plano de vacinação que prevê o fluxo desde o laboratório produtor até a sala de vacinas. Inicialmente, a imunização será destinada a populações prioritárias definidas pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. A expectativa é que a aplicação ocorra somente em meados de 2021.

A equipe técnica do Programa Estadual de Imunizações, da Divisão de Epidemiologia do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), está organizando e adequando a estrutura da rede de frio para armazenagem e distribuição das doses. A partir da Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), com sede em Porto Alegre, as vacinas serão entregues às Centrais de Frio das 18 Regionais de Saúde e em 308 câmaras de conservação de municípios com até 100 mil habitantes.

Para controle da temperatura interna das câmaras frigoríficas, a instalação recebeu sistema de hardware e software, que envia mensagem via celular e correio eletrônico em caso de variação da temperatura interna de acordo com limites programados, além de sistemas de alarmes sonoros que alertam para aumento de temperatura acima de 10°C.

Para a aquisição de 10 milhões de seringas que possivelmente serão utilizadas na aplicação da vacina contra a Covid-19 (seringa 3ml 25×6) já foi publicada a ata de processo de abertura. A SES tem 4.205.500 unidades em estoque. Sistemas de informação e comunicação, além da capacitação profissional e educação permanente, estão previstos na planificação e organização da vacinação no Rio Grande do Sul.

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