Secretário Municipal de Indústria e Comércio, Elias da Rosa será o representante de Montenegro no grupo. FOTO: ARQUIVO/JORNAL IBIÁ

Foram divulgados no Diário Oficial do Governo do Estado os nomes que farão parte do Comitê Executivo do Polo Integrado da Química de Montenegro e Triunfo. O grupo será responsável por elaborar um plano de ação e uma união de esforços para atrair mais empresas da área de química a ambos os municípios, tornando a área englobada pelo Distrito Industrial de Montenegro, o Distrito Industrial de Triunfo e o Polo Petroquímico, um verdadeiro polo do segmento no estado.

Secretario municipal de Indústria e Comércio em Montenegro, Elias Silva da Rosa será o representante da Prefeitura do Município no Comitê. A Diretora de Acompanhamento de Ações de Governo, Cristiane Gehrke, será sua suplente.

Também integram o grupo: da secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Maria Paula Merlotti (coordenadora titular) e Lucídio Inácio Valoni Ávila (suplente); da secretaria estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, Guilherme de Souza (titular) e Márcia Zamberlam (suplente); da secretaria estadual de Governança e Gestão Estratégica, Rafael Ramos (titular) e Luís Napoleão Zettermann (suplente).

Rodrigo Vasco (titular) e Rafael Francisco de Lima (suplente) representam a Prefeitura de Triunfo; Newton Battastini (titular) e Jonior Von Wurmb (suplente), o Sindicato das Indústrias Químicas no Estado do Rio Grande do Sul; e João Ruy D. Freire (titular) e Vivianne Martinez (suplente), a Braskem.

O protocolo de intenções que oficializou a união de esforços para a criação do Polo foi assinado em 18 de dezembro de 2018. Pela estrutura já existente no local, a Braskem já comporta a 1ª geração da cadeia petroquímica, com o craqueamento de químicos como o eteno e o propeno; e também a 2ª, com a polimerização das resinas como o polietileno e o polipropileno.

O foco do projeto a ser tocado pelo Comitê, neste sentido, é atrair empresas como a, já instalada, Polo Films, que atuem na 3ª geração. Ou seja, empreendimentos que façam a conversão do plástico que veio das gerações anteriores nos produtos finais – como sacolas plásticas, para-choques de caminhões e uma infinidade de itens que resultem deste processo. Tudo deve ficar centralizado em um mesmo lugar, trazendo vantagens logísticas e de competitividade. Aos municípios, se os objetivos forem alcançados, espera-se grande aumento na geração de emprego e renda.

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