FOTO: CPERS/REPRODUÇÃO

Recebendo salários atrasados e, por isso, vivendo com problemas financeiros, professores e servidores do Estado lidam com a ameaça de novo pacote do governo. Mudanças, como o fim do Plano de Carreira, o fim de reajustes salariais por tempo indeterminado e a revisão da gratificação de difícil acesso preocupam educadores, que devem se reunir em um ato unificado em Porto Alegre nesta quinta-feira, 14, para protestar por seus direitos.

Organizada pelo sindicato da categoria, o Cpers, está marcada uma Assembleia Geral logo pela manhã, às 9h30, na Praça da Matriz;. Às 13h30, ocorre um grande ato no Largo Glênio Peres. Conforme o núcleo local da classe, 85 professores de Montenegro já estão confirmados para participar. Irão, em dois ônibus, para a capital. Junto dos que devem ir com carros particulares, é esperada forte presença das escolas montenegrinas. Muitas, em função disso, já anunciaram a suspensão das aulas nesta quinta-feira.

QUEM ESTÁ CERTO QUE NÃO ABRIRÁ NA QUINTA-FEIRA:

  • Januário Corrêa
  • Tanac
  • A.J. Renner
  • Adão Martini
  • Escola junto ao Núcleo Habitacional Promorar
  • Manoel de Souza Moraes
  • Dr. Jorge Guilherme Moojen
  • Adelaide Sá Brito
  • José Garibaldi
  • Delfina Dias Ferraz
  • São João Batista
  • O colégio Ivo Bühler informou que vai abrir somente no turno da manhã. Ainda assim, não haverá aula. Os alunos vão ter uma conversa com os educadores para explicar a atual situação dos servidores estaduais.
  • Osvaldo Brochier, também, abre para uma atividade de sensibilização. Toda a comunidade escolar está convidada.
  • Na escola Aurélio Porto somente uma turma paralisará. O restante da escola funciona normalmente.

Só Polivalente, Aurélio Porto, Álvaro de Moraes e Yara Gaia terão aula normal.

Pela região, a escola São Francisco de Assis, de Pareci Novo, vai manter a sua mostra de trabalhos escolares, a Mostratem, que já estava agendada antes das orientações do Cpers. Na abertura, porém, haverá um ato próprio para sensibilizar alunos e visitantes da comunidade escolar sobre a ameaça aos professores. Engenheiro Paulo Chaves, de Maratá, e Erni Oscar Fauth, de Brochier, já confirmaram que não abrem na quinta-feira. Já a escola a São José do Maratá, de São José do Sul, abre, mas para uma atividade de mediação com a Coordenação Pedagógica, também para falar sobre o panorama da educação no Estado.

Nesta quarta-feira, 13, as escolas estaduais já haviam liberado os alunos, mas por orientação do próprio governo. A data foi decretada como o “Dia D”, para que os professores debatessem como aplicar, na prática, as novas regras aprovadas da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) nas instituições de ensino.

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