O veículo da vítima colidiu com um caminhão na BR-386, em Montenegro, na noite de segunda-feira. O caminhoneiro não se feriu. Foto: Reprodução

RANIR Nadir Keller será sepultado nesta quarta-feira no Cemitério Municipal de Montenegro

O empresário Ranir Nadir Keller, de 57 anos, natural de Taquari, será sepultado às 10h30min desta quarta-feira, 17, no Cemitério Municipal de Montenegro. Ele foi vítima de acidente no quilômetro 418 da BR-386, em Montenegro, na noite de terça-feira, 15. A vítima estava indo jantar em um restaurante localizado junto a um posto de combustíveis quando colidiu na traseira de um caminhão e veio a óbito. O empresário teve graves ferimentos na região do peito e cabeça. O corpo só foi liberado no final da tarde de ontem. O velório teve início no período da noite. O caminhoneiro não ficou ferido.

O empresário Ranir Nadir Keller morava em um sítio em Triunfo e tinha o hábito de sair para jantar fora
Há cerca de sete anos, Ranir mudou-se para um sítio em Triunfo, mas por muitos anos teve estabelecimento comercial de carnes em Montenegro, local onde reside grande parte de sua família.

Ele era separado e deixou quatro filhos, Aline Keller do primeiro matrimônio e Rinar, Caroline e Rodrigo Keller da segunda união. Caroline mora na Alemanha, mas conseguiu se deslocar para dar adeus ao pai.

Ranir era o segundo mais novo de uma turma de cinco irmãos. A mãe, já com idade avançada não tomou conhecimento da morte do filho. “Ela tem muitos problemas de saúde, então decidimos não contar nada”, diz Clarise Keller, irmã do empresário.

Clarise relata que ficou sabendo do falecimento do irmão por volta das 2h da madrugada. Um de suas cunhadas leu a notícia sobre um acidente e a informação chamou a atenção da família. Como o nome do condutor não havia sido informado, eles procuraram a Polícia em busca de esclarecimentos. “A gente ficou transtornado. Pra piorar a situação, ainda teve toda essa demora pra liberar o corpo”, comenta.

Aline acompanhou o corpo do pai do Instituto Médico Legal, em Porto Alegr até Montenegro. Mesmo no momento de dor, ela aceirou falar sobre Ranir. “Meu pai era um homem de espírito aventureiro, sempre alegre! Um grande empreendedor que não tinha medo de errar. Mesmo em meio às dificuldades sempre vi meu pai se reinventar e isto era algo que eu admirava muito nele. Sua resiliência!”, diz a filha mais velha.

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