Para a eleitora Mariana Braun, 24, os protocolos sanitários exigidos nessa eleição são também uma forma de reflexão sobre suas prioridades. “A gente acaba mudando a forma de enxergar as coisas”, diz. Ela fez questão de votar e, junto com o marido Felipe Augusto Atkinson, levou o filho Otávio, de dois anos, para ver pela primeira vez como é a eleição. “A gente tem que fazer por nós. Na eleição temos oportunidade de fazer diferente, fazer melhor”, diz.

Aos 19 anos, Brenda de Oliveira da Silva votou pela primeira vez e fez questão de analisar as propostas de cada candidato. “Foi difícil escolher. Eu estudei bem as propostas e depositei a minha confiança naquele que achei que seria o melhor”, afirma.
A avaliação da presidente de seção, Jurema Ribeiro, e da 1ª mesária, Magali Lottermann, foi positiva. “A maioria traz a propria caneta, entra um de cada vez e nós tentamos manter o distanciamento”, afirma, sobre a escola de São José do Maratá, um dos maiores colégios eleitorais do município.

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