Foto: Divulgação Internet

O Twitter divulgou na última quinta-feira, 13, que registrou, de janeiro a junho deste ano, um aumento de 10% no número de solicitações de dados de usuários por governos do mundo todo.

No relatório de transparência nos números correspondentes ao primeiro semestre, a rede social indicou ter recebido 6.904 pedidos oficiais de governos para terem acesso a informações de usuários.

Esse tipo de requerimento é encaminhado por um governo ou agência governamental que pede ao Twitter informações relacionadas a aspectos como o endereço de e-mail vinculado a uma conta, os conteúdos publicados nessa conta e as mensagens diretas enviadas pelo usuário.

O maior número de solicitações de dados entre janeiro e junho corresponde ao governo dos Estados Unidos, com 2.231 pedidos, dos quais o Twitter deu resposta total ou parcial a 56%. O segundo lugar ficou com o governo do Japão (1.426 pedidos, 76% respondidos), seguido pelo do Reino Unido (947, 67% respondidos). O governo brasileiro ficou na 12ª posição, 45 pedidos, 31% deles respondidos.

Além disso, a rede social recebeu, entre janeiro e junho, 12.244 solicitações de supressão de conteúdos por parte de governos, organizações dedicadas a combater a discriminação e advogados representando cidadãos, número que representa um aumento de 80% com relação ao último relatório, mas, ao contrário das solicitações de informação, que ocorrem no mundo todo, os pedidos de supressão se concentram de maneira muito substancial em dois países: Turquia e Rússia, que somam 87% das reivindicações.

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