O delegado André Lorbiecki Roese atuou por seis anos na DP de Mostardas

NOVIDADES. Troca de agentes também está prevista para os próximos dias

A Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Montenegro tem novo titular. O delegado André Lorbiecki Roese assumiu a função na última segunda-feira, dia 1º. Anteriormente o responsável pela DPPA era Marcos Eduardo Pepe, que também atua na Delegacia de Bom Princípio, e estava respondendo pelo cargo desde a saída de Eduardo Azeredo Coitinho.

Antes de vir para Montenegro, André atuou por seis anos na Delegacia de Polícia Civil do município de Mostardas. Ele também já foi assessor da promotoria, no Ministério Público do Estado, assessor da Procuradoria Geral de Campo Novo e Porto Alegre.

Natural de Porto Alegre, o delegado tem simpatia pela Região do Vale do Caí, o pai dele, já falecido, era morador de Pareci Novo, município pelo qual ele também fica responsável a partir de agora. “Há mais de dez anos estou tentando vir para esta região”, comenta.

A DPPA também vai passar troca de agentes. Praticamente todo o quadro de servidores será substituído, devido ao processo de transferências. O delegado tem como metas, neste primeiro momento, contribuir para a adaptação dos agentes e organização dos sistemas de trabalho da DP. “Também vamos trabalhar na reestruturação e treinamento do novo pessoal”, sublinha.

Além disso, André quer dar mais efetividade ao programa de mediação de conflitos. Para tanto, ele afirma que já está em tratativas com a delegada Cleuza Spinato, responsável pelo desenvolvimento da iniciativa.

Saiba mais sobre o Programa Mediar
O Programa Mediar foi introduzido na Polícia Civil, em 2013, através de um projeto piloto. Em um ano, a mediação de conflitos mostrou-se tão eficaz com relação à não reincidência das partes que foi regulamentada pela Portaria nº 168/2014 da Chefia de Polícia.

A técnica deste processo consiste na aplicação de mecanismos de apaziguamento em conflitos e controvérsias, como por exemplo, desentendimentos entre vizinhos e até mesmo casos de Maria da Penha, nos quais fique comprovado que a não há risco de problemas futuros.

No momento do registro da ocorrência, o cidadão é informado sobre o programa pelo escrivão de Polícia. Caso aceite participar de um encontro de mediação, a outra parte é acionada a se fazer presente na data marcada.

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