Foram servidas diversas delícias doces e salgadas aos participantes

O domingo foi dia de se deliciar em Campo do Meio e ajudar o Hospital Montenegro. A Ordem Auxiliadora das Senhoras Evangélicas (Oase) de Campo do Meio promoveu o seu tradicional Café Colonial, em comemoração ao aniversário da entidade. O lucro do evento será repassado ao HM.

Completando 87 anos em 2019, a Oase Campo do Meio é bastante conhecida por ajudar inúmeras entidades beneficentes e, a escolha pelo Hospital se deu em conversas com as senhoras evangélica de Montenegro. “A gente sabe das dificuldades do hospital. E todo mundo usa o HM”, diz a vice-presidente da Oase, Mali Krug, 64. Ela, que participa da entidade desde os 25 anos, é só elogios à Ordem. “Só não venho em uma reunião se não puder mesmo”, frisa. “Tem membros com mais de 80 anos que ainda vêm, e isso é motivo de muito orgulho”, conta.

As mulheres da comunidade abrilhantaram o desfile

Essa também é a opinião da secretária, Anelise Krug., 57. “Minha avó fez parte, minha mãe também e espero que minha filha também faça. É um compromisso, mas é também uma satisfação”, diz.

Além do café, houve desfile de moda da malharia Tayda, sorteio de brindes e a inauguração de uma placa comemorativa, junto à Magnolia plantada há 87 anos, para celebrar o nascimento da Oase. “A árvore foi plantada há 87 anos e está até hoje florindo”, conta Mali. O café foi servido pela família Kettermann e a decoração da festa foi toda doada ao evento.

A história de dona Lídia é ligada à Oase e ao HM

Só elogios ao HM
Aos 83 anos e com muita disposição, Lídia Krug Derlam participa da Oase há mais de 60 anos. Em março desse ano, a senhora quebrou a bacia e precisou dos serviços do Hospital Montenegro. Foram nove dias de internação, uma cirurgia e cuidados constantes. “Minha perna tinha que ficar presa, então eles me ajudava com tudo. Me limpavam, me atendiam e faziam tudo pra mim”, recorda.

Apesar do incômodo dos dias de dor, Lídia não economiza elogios às equipes que cuidaram dela no período. “Eu não sei nem agradecer. Os enfermeiros muito bons, o hospital todo muito limpinho. Quando a gente chamava, eles vinham logo atender”, conta. Ela ressalta que sua história com o HM começou há mais de 60 anos, quando ela ainda era solteira. “Eu trabalhei um tempo no Hospital Montenegro na limpeza e arrumação das coisas”, revela. “Eu ia ser transferida para a maternidade, mas já estava com o casamento marcado, então acabei não ficando lá”, recorda.

Dinheiro muito bem-vindo

A presidente da Oase Montenegro (mantenedora do HM), Eliane Daudt, comemora o sucesso do evento e da decisão em destinar o lucro ao hospital. “A gente recebe essas notícias com muita alegria, porque acaba sendo uma economia ao Hospital”, revela, afirmando estar sem palavras para descrever as ações que têm ocorrido em prol da instituição. “A credibilidade que nós temos hoje, leva as pessoas a acreditarem no HM. Nosso foco é sempre atender bem os pacientes”, afirma, sobre tantos relatos como o da dona Lídia.

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