Na mesa, Danielle Araújo, Cássio Pereira, Lucas Braga, Andressa Kaliberda, Letícia Santos, Leandro Utzig e MC Pedrão

Acabou há pouco o painel “O dia depois – 130 Anos da dita abolição”, evento organizado pela Central Única de Favelas que ocorreu no Espaço Braskem da Estação da Cultura. Cerca de 60 pessoas estavam presentes para acompanhar uma mesa de debate que se propôs a refletir sobre o espaço do negro na sociedade e o que realmente significou a abolição – que teve seus 130 anos comemorados ontem (13).

O debate – com amplo espaço para participação do público – teve a mesa composta pelo ativista social e músico MC Pedrão, do jornalista da TV Cultura e Rádio América, Leandro Utzig, da psicóloga e presidente da Associação Floresta Montenegrina, Letícia Santos, da jornalista do Jornal Ibiá Andressa Kaliberda, da acadêmica de Direito Danielle Araújo, do jornalista da agência de publicidade Conecta, Cássio Pereira, e do professor de música e acadêmico da Uergs, Lucas Braga. A abertura teve participação do Prefeito Carlos Eduardo Müller.

Cerca de 60 pessoas estiveram acompanhando o painel

Trazendo dados sobre a realidade atual do negro, falando sobre representatividade na mídia e tratando sobre o negro nas escolas e nas demais camadas da sociedade, o evento abordou o racismo e propôs a reflexão sobre onde isso, de fato, está presente. A problematização deixada é: a escravidão foi abolida há 130 anos, mas o que o negro conquistou neste período até hoje? Foi uma abolição completa? “Passaram 130 anos e nem visibilidade à nossa luta nós conquistamos”, pontuou o estudante Lucas Braga. Composta por brancos e negros, a mesa frisou que a luta racial no país e no mundo é de todos.

A cobertura completa do evento, você confere no Jornal Ibiá de quarta-feira.

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