Em Brochier as placas nas paredes da escola Erni Oscar Fauth já indicava que essa eleição foi bem diferente das anteriores: ela pedia respeito ao distanciamento social e aos protocolos sanitários.

Embora tenha seguido todas as regras, a eleitora Carmen Pazini dos Santos, 59, acredita que os cuidados deveriam ser iniciativa de cada cidadão. “Tinha que ficar livre”, afirma. Mas revela que não descuida da saúde. “Assim como eu ouvi falando no rádio, eu vim preparada”, conta. A eleitora fez questão de chegar bem cedo à seção, mesmo não sendo do grupo prioritário para o período das 7h às 10h. “É bom vir cedo porque a gente fica livre depois”, revela.

Dona Carmen não foi exceção na cidade. A administradora de prédio Luciane da Motta conta que houve respeito às regras determinadas e cuidados redobrados na escola. “Tudo funcionou tranquilamente”, avalia. A equipe aproveitou o fato de a instituição ter dois portões distantes para driblar a possibilidade de aglomeração. “Fizemos um portão para entrada e outro para a saída”, explica Luciane. “Estou feliz porque logo cedinho os vovôs e vovós vieram votar”, afirma, referindo-se ao horário de votação.

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